quarta-feira, 29 de setembro de 2010

INFORMÇÕES DE COMO AGIR QUANDO HOUVER...

ABANDONO E MAUS TRATOS COM ANIMAIS

1.- Chamar a polícia militar, caso o crime esteja acontecendo ou procurar uma delegacia de polícia para lavrar um TC - Termo Circunstanciado.

2.- Caso tenha receio, peça ajuda de uma das ONG´s, que poderão acompanhar a ocorrência.

3.- AS ONG´S NÃO FARÃO OCORRÊNCIA POR VOCÊ. APENAS PODERAM ACOMPANHAR E AUXILIAR.

4.- Caso o autoridade policial não atenda o chamado, ou se negue a fazer o TC, informe que há crime previsto no Decreto-Lei 24.645/34 e no art. 32 da Lei Federal 9.605/98.

5.- Após a explicação, caso perdure a recusa, avise a autoridade policial que ele está cometendo crime de PREVARICAÇÃO 9art. 319 Código Penal) e que será dado conhecimento ao MP, a Corregedoria da Polícia e a OAB.

6.- Após lavrado o TC, faça um ofício dando conhecimento do caso a Comissão de Defesa e Direito dos Animais da OAB de Ribeirão Preto e peça que referida comissão fiscalize o andamento das investigações, pois muitas são arquivadas pelas autoridades policiais por não darem importância ao tema.

Caso você não seja de Ribeirão Preto, peça que as ONG´s fiscalizem o andamento das investigações.

7.- Procure uma ONG ou a OAB e veja a possibilidade de ingressar com uma ação na esfera cível, além da ação criminal.

8.- Quando há um direito negado e vidas em perigo, não ha meio termo. Ou você faz o que é necessário, ou feche os olhos.

9.- É dever do cidadão noticiar um crime.

10.- O respeito a vida de um animal só será garantida quando ações efetivas forem deflagradas, pois só assim pode-se pedir a punição do(s) culpado(s).

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Cadeira de rodas para dogs!! como fazer...

Aqui vai uma boa noticia! Tem um site na net que ensina, passo a passo, como
fazer uma cadeira de rodas para os nossos amiguinhos de quatro patas e o custo
não ultrapassa os 20 reais. Isso mesmo , então vamos espalhar esta noticia
porque sabemos que muitos abrigos possuem caes e gatos que necessitam desta
cadeira e eles nao tem como pagar 400 reais que eh o preco da cadeira no
mercado. Entao, vamos divulgar:

http://www.geocities.com /cadeiraderodasparacaes/pvc .htm

(obs: se o site nao abrir, aguarde alguns minutos e tente novamente, pois qdo
tem muitos acessos, as vezes a pagina fica indisponivel por algum tempo)

Vejam neste site a cachorrinha (Claudinha) usando a cadeira:

http://www.orionsg.org/site /especiais/claudinha.php

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Projeto de Lei obriga fabricantes informarem no rótulo se os produtos foram testados em animais

O Projeto de Lei 479/2009, de autoria do deputado estadual Feliciano Filho, determina que na comercialização de qualquer produto que contenha componentes de origem animal, ou que tenha sido elaborado através de método que utilize o uso de animais, o consumidor seja informado destas circunstâncias.

É dever do Estado promover a educação e informação dos consumidores, quanto aos seus direitos e deveres, com vistas à melhoria das relações de consumo.
É direito do consumidor, quando da oferta de produtos, receber informações corretas, claras, precisas e ostensivas sobre as características de tais produtos, dentre elas a origem e o método de produção.

A rotulagem dos produtos não alimentares deve igualmente mencionar informações específicas para garantir a segurança da sua utilização e permitir que o consumidor conheça todas as características do produto que está adquirindo, dentre elas a origem e método de produção.

O objetivo de tal lei é garantir informação completa sobre os produtos e seus componentes, bem como sobre os métodos de produção de tais produtos e componentes. Esta transparência atende aos princípios da informação e da dignidade da pessoa humana garantidos na Constituição da República.


**
Na verdade isso deveria ser substituído por algum outro método que eu tenho certeza que já existe.

ANIMAIS DOMÉSTICOS E DOMESTICADOS PODEM PERDER A PROTEÇÃO PREVISTA NA LEI FEDERAL 9.605

05/08/2010

Cães, gatos, coelhos, cavalos, pássaros, bois, galinhas, cabras, porcos, ovelhas e tantos outros animais podem perder a proteção prevista na lei federal 9.605 (Lei de Crimes Ambientais). Se a realidade deles é triste, muitas vezes trágica, pode ficar pior. Um projeto de lei que está para ser votado, nos próximos dias, na Câmara dos Deputados retira esses animais do abrigo da Lei.



Assim que a lei 9.605 foi aprovada, em fevereiro de 1998, o ex-deputado Thomás Nonô, atualmente filiado ao DEM de Alagoas, protocolou o projeto de lei 4.548/98, com o objetivo de retirar da Lei de Crimes Ambientais a proteção dos animais domésticos e domesticados. Sob o absurdo argumento de preservação da cultura, da tradição, já que os animais são usados em rodeios, vaquejadas, rinhas e em outras crueldades.



O artigo 32, que o PL do ex-deputado quer retirar, diz que é crime “praticar ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos: Pena – detenção, de três meses a um ano, e multa.



Se com a proteção da lei os animais já são vítimas de explorações, maldades, sem ela não teremos forma legal de penalizar as crueldades cometidas contra eles.



Na terça-feira (03) o deputado federal Antonio Carlos Pannunzio (PSDB/SP), com base eleitoral em Sorocaba, requereu, com prioridade, a inclusão do PL 4.548/98 do ex-deputado Thomás Nonô para entrar na Ordem do Dia. Isto significa que o PL pode ser votado a qualquer momento na Câmara dos Deputados, e pior, os animais domésticos e domesticados podem perder a proteção.



A aprovação deste projeto de lei é um gravíssimo retrocesso. Enquanto o mundo todo avança no sentido de proteger os animais, aqui no Brasil políticos sem qualquer consciência querem tirar o pouco de direito que eles têm.



“É necessário que os ativistas e todas as pessoas que amam animais se mobilizem. Não podemos aceitar que crueldades cometidas em atividades como vaquejadas, rinhas e tantas outras formas de tortura não sejam mais tipificadas como crime. É fundamental que promovamos uma ampla mobilização para que as deputadas e deputados ouçam as vozes da sociedade”, conclamou o ex-vereador e ativista pelos Direitos Animais, Gabriel Bittencourt.


Veja mais em: http://artbylu.blogspot.com/2009/08/conheca-quem-quer-instituir-crueldade.html

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Fonte: ANDA



***

Ai ai viu, não adianta existem muitas pessoas "sem coração", que se preocupam só com a ganância e esquece dos seus semelhantes, mas enfim Deus acima de todas as coisas, sabe o que faz!

terça-feira, 17 de agosto de 2010

Vira- Latas! um Longa- metragem.........



Achei demaissssssssss esse projeto inclusive eu já até entrei em contato com o Diretor Tiago, que foi super legal comigo.
É um longa que vai ser lançado até o fim do ano e quando eu souber a data exata eu divulgo.
Falta esse tipo de iniciativa para conscientizar e despertar o respeito e a compaixão pelos bichinhos!
Parabéns Tiago! nós publicitários temos que fazer alguma coisa messsssmo!

Ah! quem quiser ver o teaser e o trailer acesse: www.vira-latas.com

:)



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A AMAES e o Caderno "Mundo Animal" estão apoiando o projeto cultural do publicitário paulista Tiago Ferigoli,que estará lançando em outubro, em rede nacional,o documentário longa-metragem "Vira-Latas - Os Verdadeiros Cães de Raça" ,interessante produção cinematográfica que se inspira na dura realidade dos cães de rua, os "vira-latas" , contextualizando o termo com a triste realidade humana que constrói uma sociedade cada vez mais vira-lata,no sentido do abandono, da discriminação,do preconceito, da desconsideração e de ausência de importantes valores éticos.

Vale a pena visitar o site do filme www.vira-latas.com e assistir ao trailer e ao teaser da produção.

Muito legal mesmo, produção muito bem feita, acho que muitos vão gostar.



RÔMULO-AMAES


Cães vira-latas são protagonistas de longa-metragem
Projeto conta ainda com a publicação de um livro, que além de retratar a vida dos animais, também incentiva a responsabilidade social.

Cães de muitaS raçaS ainda vivem pelas ruas em busca de um lar
Crédito:Divulgação/ Assessoria de Imprensa

Vistos com certo preconceito pela sociedade, os chamados “vira-latas” têm alcançado cada vez mais espaço no coração de donos amorosos. Mas os esforços de abrigos e centros de adoção ainda não são suficientes para mudar a realidade de milhares de cães e gatos que ainda vivem pelas ruas do Brasil e do mundo. E como a educação é uma das melhores formas de conscientizar a população sobre a importância de cuidarmos desses animais, há três anos, o publicitário Tiago Ferigoli tem investido no Projeto Vira-Latas.
Ele, que assina as fotografias da obra Vira-latas – Os Verdadeiros Cães de Raça, lançado em 2009, também se prepara para o documentário longa-metragem de mesmo nome, que tem estreia prevista para outubro de 2010. Segundo o diretor, o livro funcionou como um roteiro para o filme e ao mesmo tempo, o longa veio para complementar a mensagem contida no livro.
O filme traz depoimentos de personalidades como Ronnie Von, Heródoto Barbeiro e Danilo Gentili, além de outros profissionais que contam sua experiência com animais de rua. Ferigoli explica ainda que apesar das filmagens terem ocorrido em cidades como São Paulo, Rio de Janeiro, Campinas e São José dos Campos, um dos objetivos foi não caracterizar nenhuma região, já que a realidade de cães de rua está presente em todo o Brasil e mundo. “As cidades serviram como plano de fundo para uma mensagem muito maior, uma mensagem de cidadania, de responsabilidade social”.
Para criador do projeto, ser vira-latas é estar abandonado e lutar para sobreviver em uma sociedade repleta de preconceitos
Crédito: Divulgação/ Assessoria de Imprensa

O projeto
O diretor conta que sempre teve contato com cachorros, e que sabe muito bem o quanto estes animais nos ensinam, mas foi apenas depois de desenvolver o Projeto Vira-Latas que sua visão se expandiu. “Agora entendo o quanto estamos todos interligados. Só quando entramos em contato com estes cães é que compreendemos o significado de vira-latas”.
Nesse sentido, Ferigoli deixa claro o que entende com o termo, e explica que foi só quando compreendeu seu significado que seu projeto pôde ser desenvolvido. “Vira-lata significa estar abandonado, ter que lutar para sobreviver, sofrer de preconceito. Não tem a ver com a raça do animal, a não ser a raça pela sobrevivência”.
O comediante Danilo Gentili é uma das personalidades que integram o elenco do documentário /Crédito: Divulgação/ Assessoria de Imprensa

O Projeto, que não tem objetivo de ser filantrópico, é auto-suficiente, e utiliza sua própria renda para continuar promovendo informações para a sociedade. Ferigoli destaca que ao compreender o que é ser vira-lata, é possível aplicar o termo a questões que muitos seres humanos passam no dia a dia. Ou seja, ao tomar consciência do universo em que vivem os animais abandonados, de certa forma, a população também entende a situação de pessoas desamparadas e tem a oportunidade de fazer algo a respeito.
Segundo ele, assim como muitos que moram nas ruas, o cão não está lá por que ele quer, mas o “é resultado do que nós fizemos e ainda fazemos, direta ou indiretamente, seja no trabalho, na educação que damos aos nossos filhos ou no respeito que temos pelo próximo”.
Ficha técnica
Vira-Latas – Os Verdadeiros Cães de Raça
Lançamento: outubro de 2010
Direção: Tiago Ferigoli
Duração: aprox. 60 min.
Elenco: Heródoto Barbeiro, Danilo Gentili, Ronnie Von
Site: www.vira-latas.com
Fonte: PetMag

Não vá em circos que usam animais!!! Leia isso....



ANIMAIS SÓ SÃO DOMINADOS PELA DOR!





OS ELEFANTES



L Antes de chegarem no Circo, passam por meses de tortura. São amarrados sentados, numa jaula onde não podem se mexer, para que o peso comprima os órgãos internos e cause dor.



L Levam surras diárias, ficam sobre seus próprios excrementos, até que seu "espírito seja quebrado" e passem a obedecer.



L Elefantes se comunicam, vivem em grupos com papéis sociais definidos. São extremamente inteligentes. Ficam de luto por seus mortos e são capazes de reconhecer um familiar, mesmo tendo sido separados deles quando filhotes.



L Sofrem de problemas nas patas por falta de exercício, pois na natureza elefantes andam dezenas de Kilômetros diariamente.



L No Circo os elefantes permanecem acorrentados o tempo inteiro. Mexer constantemente a cabeça é uma das características de neurose de cativeiro.



LEÕES, TIGRES E OUTROS FELINOS



L De acordo com Henry Ringling North, em seu livro "The Circus Kings", os grandes felinos são acorrentados a seus pedestais e as cordas são enroladas em suas gargantas para que tenham a sensação de estarem sendo sufocados.



L São dominados pelo fogo e pelo chicote, golpeados com barras de ferro e queimados na testa, pelo menos, uma vez na vida, para que não se esqueçam da dor.



L Muitos têm suas garras arrancadas e as presas extraídas ou serradas.



L Passam, a maior parte de suas vidas, dentro de pequenas jaulas.



OS URSOS



L Têm o nariz quebrado durante o treinamento.



L Sua patas são queimadas, para forçá-los a ficar sobre duas patas.



L São obrigados a pisar em chapas de metal incandescente ao som de uma determinada música. No picadeiro,então, os ursos ouvem a mesma música usada durante "o treinamento" e começam a se movimentar, dando a impressão de estar dançando.



L Muitos têm as garras e presas arrancadas. Já foi constatado um urso com 1/3 de sua língua cortada.



L Ursos cativos apresentam comportamento atípico, como andar de um lado para o outro.



L Alguns ursos se auto mutilam, batendo com a cabeça nas grades da jaula e mordendo as próprias patas.



OS MACACOS



L Apresentam o mesmo comportamento de crianças que sofrem abusos.



L Até 98% do DNA dos chimpanzés é igual ao do humano.



L Apanham para obedecer e obedecem apenas por medo.



L Roer unhas e auto mutilação são comportamentos freqüentemente encontrados em macacos cativos.



L Os dentes são retirados para que os animais possam ser fotografados junto às crianças.



OS CAVALOS



L São açoitados e confinados sem direito a caminhadas.



L Apanham para aprender.



TODOS OS ANIMAIS EM CIRCO



L Estão sujeitos aos clássicos instrumentos de "treinamento": choques elétricos, chicotadas, privação de água e comida.



L Ficam confinados sem as mínimas condições de higiene, sujeito à diversas doenças.



L Não têm férias nem assistência veterinária adequada.



L São obrigados a suportar mudanças climáticas bruscas, viajar milhares de kilômetros sem descanso etc..



OS ANIMAIS EM CIRCO "TRABALHAM" POR MEDO



ANIMAIS DESCARTADOS



Muitas vezes, os animais de circos que ficam velhos e doentes ou ainda os filhotes vistos como excedentes, são vendidos para zoológicos e laboratórios, mas há relatos de abandono destes animais em praças públicas, parques, galpões e até mesmo em centros urbanos.

L Em 21 de abril de 2000, foi publicado no Jornal O Globo o abandono, por parte do Circo Vostok, de sete leões em condições precárias, em um galpão na Lagoinha, em Nova Iguaçu.



L Em Abril de 2000, foi publicado no Jornal O Diário Popular, o abandono, por parte do Circo Bartholo, de quatro leões dentro de uma jaula, em um terreno baldio da prefeitura, no bairro de Guaxinduva, zona rural de Atibaia/SP.



L Em 7 de janeiro de 2003, três leões foram abandonados pelo proprietário do Circo da Romênia, Mário Stankovich, dentro de duas jaulas, em uma praça de lazer, no bairro Parque Amizade, em Sumaré/SP. Em 25 de Janeiro de 2003, um dos leões morreu, pois estava muito debilitado, vítima da crueldade sofrida dentro do circo.



ANIMAIS DESCARTADOS



L Em 6 de Maio de 2003 foi publicado no Jornal Zero Hora, o abandono de duas leoas dentro de uma jaula, em uma propriedade de Eldorado do Sul. As leoas eram do Circo de México.



L Alguns circos contratam crianças e jovens de baixa renda para capturarem cães e gatos das ruas, para darem como alimento aos leões.



L Outros circos anunciam em jornais a compra de cães e gatos velhos para a mesma finalidade. "Em 07 de julho de 2001, no JORNAL PRIMEIRA MÃO havia um anúncio do Cico Di Nápoli, no qual se dizia o seguinte: COMPRO GATOS E CACHORROS VELHOS. Pagamos bem. Rua Miguel Mota, 125 (Celso Borracheiro - Circo Di Nápoli)."


***

Só falta uma coisa pra tuuudo se resolver, consciência e compaixão pelos animais!

Tribunal de Justiça do Estado (TJ) condenaram um dos autores do assassinato da cadela Preta- Pelotas RS


Aeeee!
até que enfim uma notícia boa e de justiça para os bichinhos!!!
Lembram daquela cachorrinha que foi arrastada pelas ruas amarrada em um carro por jovens sem "cérebro"?

é disso que estou falando...

***


MASSACRE DE ANIMAL
Punição para uma crueldade

A história de um massacre ganhou uma rara e exemplar punição na Justiça gaúcha. Em votação unânime, três
desembargadores da 21ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado (TJ)
condenaram um dos autores do assassinato da cadela Preta – amarrada a um carro e
arrastada até a morte em Pelotas, há cinco anos – a indenizar a comunidade por
danos morais coletivos.


O acórdão estabelece que Alberto Conceição da Cunha Neto terá de pagar R$ 6 mil, revertidos como doação para o canil municipal
pelotense.

A decisão é rara por dois motivos. O primeiro é que o trio de desembargadores votou da mesma forma, num consenso que não
costuma ser usual. Com isso, não cabe recurso à sentença no TJ e, se quiser
recorrer, o advogado de defesa do condenado deverá apelar ao Superior Tribunal
de Justiça (STJ), em Brasília.

A segunda excepcionalidade é que o “dano moral coletivo” reconhecido na condenação é uma
novidade poucas vezes vista na história do Judiciário brasileiro. O STJ costuma
negar a existência de “dano moral coletivo”.

Os desembargadores gaúchos foram na contramão dessa tendência. Cunha Neto tinha sido absolvido em primeira
instância, em Pelotas, pela juíza Gabriela Irigon Pereira. Na sentença, ela
considerou que o jovem já havia sido punido criminalmente, em outro processo (em
2007, foi sentenciado a um ano de detenção pelo crime, em regime aberto). Além
disso, o rapaz – estudante da Universidade Católica de Pelotas – foi suspenso
das aulas na faculdade, se mudou de município e teve uma parente dele agredida
dentro do fórum daquela cidade, por pessoas indignadas com a morte do
animal.

Os desembargadores levaram ontem 20 minutos para decidir. Numa sessão assistida apenas por três estudantes de Direito, o desembargador Armínio
da Rosa lembrou que a cadela foi “desintegrada” ao ser arrastada por cinco
quadras, “com pessoas assistindo”.

O desembargador José Francisco Moesch afirmou que a cadela Preta era estimada em Pelotas e sua morte, “por pura
diversão”, gerou incredulidade e repulsa. A posição final veio do desembargador
Genaro Baroni Borges, para quem a reparação financeira ajuda a “apagar a afronta
a valores muito caros da comunidade pelotense”.

O defensor de Cunha Neto, Henrique Boabaid, não compareceu à sessão e não foi localizado por Zero Hora. Os
outros dois jovens que participaram do massacre não foram processados porque se
dispuseram a doar R$ 5 mil, cada, ao canil municipal de
Pelotas.

humberto.trezzi@zerohora.com.br /strong>mailto:humberto.trezzi@zerohora.com.br>

HUMBERTO TREZZI
A morte de Preta
- Estimada e adotada informalmente por frequentadores de um bar no centro de
Pelotas, a cadela vira-latas Preta foi amarrada a um Ka e arrastada por cinco
quarteirões, até a morte.
- O crime aconteceu em 9 de março de 2005. Os autores do massacre foram três jovens universitários. Eles disseram que o animal
não parava de latir, admitiram que ataram o animal a um poste, mas negaram tê-lo
arrastado de carro.
- O veículo pertencia a Alberto Cunha Neto, que foi condenado ontem por danos morais.
Zero Hora, 12 de agosto de 2010





A pena, como todas as penas de punição no Brasil, foi branda. Mas quem sabe sirva de exemplo a tantos outros casos de crimes tão cruéis quanto este caso.

"Preta querida, sei que não entendes estes casos de punição, já que você era como todos os seus semelhantes, apenaa amor e gratidão, mas podes estar certa, onde estiveres agora, que nós nos
sentimos mais aliviados pela condenação contra aqueles e pelo que te
fizeram".

Luiz F Santana

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Ajuda e exemplo...






> Rogério é um morador de rua que vive numa carroça coberta com 10 cães, entre
> eles, espancados pelos antigos donos, jogados pela janela do caminhão,
> doentes abandonados amarrados em poste.
>
> O Rogério é conhecido antigo da maioria das pessoas envolvidas com
> proteção animal
>
> que conhecem seu caráter e amor pelos animais.
> Os cães são muito bem tratados, mas dependem do amor e tratamento que
> o Rogério tem
>
> pelos cães.
>
> Ele fica próximo ao pontos de ônibus na avenida George Corbisier,
> após a rua Jequitibás
> (região do Jabaquara), os cães não atrapalham ninguém, são super educados
> (todos castrado(a)s) e passam boa parte do dia dentro da carroça.
>
> Ele é muito querido pelos comerciantes da região, o problema é durante a
> madrugada, bêbados no volante, e garotos usuários de droga, tem
> sido uma constante ameaça.
>
> Ele já foi espancado por jovens drogados e chegaram a jogar álcool
> enquanto ele dormia
>
> com os cães dentro da carroça.
>
> Por sorte não tiveram tempo de acender o fósforo, um dos cães alarmou.
> O Rogério é um exemplo de como uma pessoa pode se doar, alguém que na
> condição dele
> poderia ter escolhido outros caminhos, mas não, além de ser uma pessoa de
> muito valor, faz caridade pra deixar muita gente no chinelo. Ele grandifica
> os lugares por onde passa, porém ele já está cansado e não é mais tão jovem
> assim.
> São muitas as agressões que ele e os cachorros vêm sofrendo, que vão desde
> assalto, espancamento, esfaqueamento, atropelamento, enfim, é muito
> sofrimento pra alguém que luta tanto, todos conhecem ele, tanto que na
> última vez que uma turma veio bater nele porque queriam roubar suas coisas,
> o dono do bar em frente saiu e começou a dar tiros, então todos fugiram, o
> Uma cachorrinha foi esfaqueada e morreu e o Rogério passou dois dias
> no hospital.
>
> Diante de tudo isso , a Abeac decidiu abrir espaço em seu canil para
> esse ser humano
>
> que além de necessitar de um local seguro para ele e seus animais,
> precisa também resgatar sua dignidade .
>
> Temos dois caseiros que moram no canil, mas um deles está de mudança
> nos próximos 20 dias e vai desocupar a casa.
>
> Assim que ele sair vamos transferir o Rogério e seus cães para o nosso canil.
>
> O Rogério vai trabalhar , ajudando na limpeza, no cuidado dos cães, na
> horta, manutenção do sítio, enfim, serviço não falta e é tudo que ele
> quer:
>
> um local onde se sinta protegido e possa fazer o que mais gosta:
> cuidar de animais.

> A Priscila Tiyomi - priscilatiyomi@uol.com.br mora próximo ao local
> onde o Rogério fica , conhece ele há mais de 01 ano e sempre procurou
> ajudar ele e seus animais com ração, alimentos e remédios.
> A casa o Rogério já tem, mas precisamos mobiliar .
>
> A Priscila já conseguiu 01 TV, 01 cama e mesa com 4 cadeiras.
>
> Precisamos de roupas e sapatos ( O Rogério calça 39 e tem 1,65 de
> altura ), roupa de cama, mesa , banho, fogão, geladeira, armário,
> copos, pratos, talheres, panelas...
>
> Enfim, quem tiver qualquer coisa que não esteja usando e possa servir
> para o Rogério, por favor entre em contato comigo ou direto com a
> Priscila no e-mail
>
> priscilatiyomi@uol.com.br , ela tem um local onde pode guardar as
> doações até o dia da mudança.

Taxistas do ponto de Viracopos adotam vira-lata



A cachorra Belinha, adotada pelos trabalhadores do aeroporto, é guardiã dos táxis e dos funcionários

03/08/2010 - 23h02 . Atualizada em 03/08/2010 - 23h15
Alenita Ramirez

Agência Anhanguera de Notícias


O taxista Américo Pereira Rito com Belinha: “Igual não existe”
(Foto: Estevam Scuoteguazza/AAN)

A vira-lata Belinha é a mascote dos taxistas do Aeroporto de Viracopos, em Campinas. A cachorra, adotada pelos trabalhadores, é guardiã dos táxis e dos funcionários quando estão na sede da empresa, a cerca de 2,5 quilômetros do aeroporto, e faz questão de pegar carona nos veículos para dar uma volta no ponto de táxi, perto da entrada para o saguão.

De pelagem branca e manchas pretas na cabeça e pescoço, a cadelinha, de cerca de 3 anos, apareceu na sede dos taxistas há um ano. “Ela estava magra, desnutrida e prenha. Morri de dó. Comecei a brincar com ela e vi que não era brava. Dei comida e ela ficou nas proximidades da sede, com certo receio”, contou José Carlos Santos, de 55 anos, o primeiro a ver a cadela.

Com o tempo, Belinha se aproximou dos demais taxistas e funcionários da companhia de táxi. A mascote ganhou comida, casinha, cama e banho. Apesar da mordomia, quando foi dar cria, preferiu não incomodar e se afastou por pelo menos 20 dias. “Ela sumiu e ficamos preocupados. Um dia, ela apareceu e ficamos vigiando, até que ela saiu e a seguimos. Descobrimos que ela havia dado cria a quatro filhotes num buraco que ela cavou num terreno baldio em frente à sede, mas num local distante, para ninguém ver”, contou Marco Antonio Fogari, de 46 anos. Os filhotes foram adotados pelos taxistas e Belinha, castrada para evitar novas crias.

***

Até que enfim uma notícia boa !!

:)

LEISHMANIOSE: CACHORRO GANHA NA JUSTIÇA E NÃO É SACRIFICADO




Um cãozinho ganhou na justiça o direito de tratar da leishmaniose!!!
ou seja, não tem que sacrificar não!! pode ter cura!!

Leiam, a seguir, a jornada do cãozinho Baby de Cafelândia (interior de SP) e sua vitória na justiça para tratar de leishmaniose.

Leishmaniose é uma doença séria e quem ama seu animalzinho deve cuidar bem, se informando com o seu médico veterinário sobre o uso de repelentes que o protejam do mosquito, pois cuidando dele estará também protegendo a sua família.

Existem repelentes para todos os “bolsos”, pois muitos de nós temos mais de um cachorro.

O importante é prevenir sempre! Lembre-se de perguntar ao médico veterinário de seu cãozinho. Não se esqueça, quem ama cuida!!!

Essa história serve para encorajar os demais, bem como aqueles que se encontram aflitos e temem que o pior aconteça.

Solidarizo-me com todos aqueles que passam por isso, além de me colocar à disposição para o que necessitarem, através do endereço eletrônico nilmaragimenes@yahoo.com.br, ou através dos fones (69) 3421-6600 e 9956-2598.

Um abraço fraterno a todos e, continuemos lutando incansavelmente na defesa dos animais.


Segue a história:

No interior paulista, mais precisamente na cidade de Cafelândia, uma determinada família passou, nos últimos dias, por momentos cruciais, que, aqui faço um breve relato. Baby é animal de estimação da família desde o nascimento (março/2000), portanto inegável o vínculo de carinho e afeto entre o animal e a família.


Em maio do corrente ano, apresentando alguns problemas de saúde, acabou encaminhado para o município de Bauru, um centro médico-veterinário altamente avançado, com profissionais gabaritados, onde foi constatado que Baby era soropositivo para a LVC (Leishmaniose Visceral Canina).


A tutora Nádia, bem como seu pai José, “abraçaram a causa” e decidiram tratar e cuidar do animalzinho, não medindo esforços, mudando toda sua rotina e instituindo outras prioridades (o tratamento de Baby). A rotina da família modificou-se, posto que Nádia e o pai, deslocavam-se 3 vezes por semana para Bauru, durante 3 meses, para que Baby se submetesse ao tratamento de soroterapia. A junta médica-veterinária alertou à família que, dada a agressividade do tratamento, o cãozinho poderia vir a sucumbir…


Entretanto, para a surpresa de todos, Baby resistiu bravamente ao tratamento. Sendo motivo de orgulho e sucesso para todos que acreditaram.

Foi um fato inédito na Clínica da Dinda. Todos comemoraram. Em data de 31.10.2008 Nádia foi procurada por um Servidor da Vigilância Sanitária do município de Cafelândia, e foi informada que o cão Baby seria recolhido na segunda próxima 03.11, através de busca e apreensão para sacrifício (eutanásia). Nádia, em prantos, contatou a irmã e implorou por providências (medidas judiciais).


Esta se empenhou durante o final de semana e, com a ajuda de 2 outros colegas advogados, ajuizou ação pertinente cumulada com pedido de tutela antecipada perante a Vara Única da Comarca de Cafelândia. Trouxe dispositivos legais e farta jurisprudência a respeito. A inicial foi despachada diretamente com o Magistrado, dada a urgência e peculiaridade do caso. O Magistrado a recebeu e a encaminhou ao Ministério Público, onde este emitiu parecer favorável pelo não sacrifício do Cão Baby. E, o ilustre magistrado, assim como a Douta Promotora, ambos dotados de muita sensibilidade, acolheu a cota ministerial e deferiu a tutela antecipada para que a Prefeitura Municipal fosse citada e se abstivesse da prática da medida extrema de sacrificar o animal, tendo em vista o tratamento de sucesso a que Baby se submetera. A decisão judicial foi única na comarca.


Nunca houve qualquer caso parecido. Todos os servidores do Tribunal torciam pela vida de Baby, assim como a família, o corpo jurídico e a junta médico-veterinária. E, hoje, graças ao profissionalismo dos gabaritados médicos veterinários da Clínica Dinda, dos advogados atuantes (Nilmara, Edilene Sastre e Luiz Poli) e outros mais que acreditaram na vida e no tratamento de alto nível, Baby continua vivendo, tendo seu direito de sobreviver garantido judicialmente.


A família entrou em festa. A Clínica Veterinária igualmente. Os advogados subscritores comemoraram a vitória. E viva a Vida! E viva o Baby! A advogada Nilmara relata que foi a batalha judicial mais importante e gratificante desde seu ingresso na vida jurídica.


Então, Senhores Protetores dos Animais!!! Não desanimem! Convido a todos para lutarem incansavelmente na defesa dos animais e, que façamos com que cessem as práticas de matança indiscriminada deles.

Vamos lutar pela Vida. Viva à Vida! E viva ao Baby!


Nosso lindo cãozinho que permanece entre nós e continua, sempre, incondicionalmente a nos dar alegria!

Quer saber mais sobre o assunto: http://matarnaoresolve.blogspot.com

Projeto da Autoban para os animais

Projeto CãoChorro e outros bichosCom o intuito de contribuir para minimizar os impactos causados pela falta de controle de animais abandonados, realidade atual em todo o mundo, e contribuir com a saúde pública, a CCR AutoBAn apóia o Projeto Integração para Posse Responsável CÃOCHORRO e outros bichos, nas regiões de Americana, Campinas, Osasco e Jundiaí.

O CÃOCHORRO tem como objetivo principal a identificação e registro da população animal e seus proprietários, possibilitando o controle de zoonoses e a rastreabilidade dos animais.

Com ele, todo cão ou gato capturado com vida na faixa de domínio da CCR AutoBAn é encaminhado aos parceiros onde recebe os primeiros socorros, é identificado, registrado (microchip), castrado e direcionado para adoção.

A CCR AutoBAn oferece capacitação aos seus colaboradores para captura e transporte dos animais com equipamentos adequados e preocupação com o bem estar animal. Além disso, é parceira de Centros de Zoonoses e ONGs para a realização de feiras de doação de animais em eventos realizados na região do Sistema Anhanguera-Bandeirantes.


**
Muitooo legal !!!

sexta-feira, 23 de julho de 2010

Relato real e mto mto mto triste

***

Recebi esse depoimento e não consegui ler até o final, para não perder minhas noites de sono, mas mesmo assim não da pra achar que tá tudo bem.
Isso tudo deveria mudar! tem que mudar!
mas como meu Deus? como?!

posto esse texto, com a intenção de sensibilizar a todos que tiverem interesse em ler e para quem ama os animais

***


No Inferno, todos vestem roupas
brancas

por Denise Terra

Ainda não amanheceu, estamos diante da chuva e do frio do inverno
gaúcho à espera do ônibus que irá nos guiar até um dos maiores
matadouros
do RS. Somos estudantes de medicina veterinária, cursando uma
disciplina
obrigatória de inspeção de produtos de origem animal. A maioria
de nós
encontra-se eufórica, à espera dos ‘momentos emocionantes’ do
dia. Eu
estou em um canto, sendo observada de perto pela professora e o
coordenador do curso, que ao saberem que sou vegana e ativista,
temem que
eu tenha um colapso na linha de matança.

Entramos no ônibus e seguimos viagem. No caminho, a sensação de
que
as cenas que eu teria que presenciar não seriam diferentes daquelas

filmadas clandestinamente em matadouros ao redor do mundo, e ao
mesmo
tempo o sentimento inequívoco de que estaria prestes a presenciar
uma
série de crimes considerados ‘necessários’ pela humanidade.

Chegamos! Ao abrir a porta do ônibus, já somos tomados pelo
impregnante odor adocicado da matança das aves que ocorre dentro do

estabelecimento. Adentramos o local, após termos vestido roupas
brancas
especiais, e começamos a visita no sentido contrário ao fluxo
produtivo
para evitar contaminações no produto final. Trata-se de um
corredor
estreito, com o pé direito baixo, quase um túnel, que desemboca em
uma luz
amarela intensa, para repelir insetos. Nossa guia, então, abre a
porta e
entramos na parte final da produção. Um sistema complexo de
esteiras e
ganchos, chamados nórias, passam por nossas cabeças, e neles
estão fixadas
pelas patas as carcaças de frango, que pingam incessantemente uma
gordura
fétida acrescida da água hiperclorada utilizada em sua
higienização.

Sob as esteiras estão os funcionários que trabalham em pé, diante
de
uma bancada, na maioria mulheres, que nos olham com curiosidade e
espanto.
A expressão em seus rostos é de uma tristeza marcante, mesclada
pelo
cansaço físico dos movimentos repetitivos que têm que executar
diariamente. O barulho do local é ensurdecedor e, conforme andamos,
o
cheiro forte torna- se cada vez mais desagradável. Em cada bancada,
os
funcionários devem desempenhar uma função, chamadas de linhas de
inspeção,
que são classificadas por letras do alfabeto. Em cada letra ocorre
a
retirada padronizada de determinados órgãos. Um grupo de mulheres,
muitas
sem luvas, trabalham retirando com as mãos, com uma destreza
impressionante, a vesícula biliar das carcaças em processo de
evisceração.
Mais adiante, outra funcionária dedica-se a ‘pescar’ com uma
barra de
metal as carcaças que caem no chão, para destiná-las à graxaria,
onde
serão transformadas em produtos não-comestíveis. Durante a
passagem das
nórias podemos observar que cada uma apresenta uma marcação com
uma cor, o
que serve para fazer a contagem final dos frangos por produtor e
repassar
o lucro referente ao dia.

Uma máquina especial remove toda a carne restante presa nos ossos,
que farão parte da liga que irá compor os caros e adorados
nuggets.
Estamos agora diante dos chillers, equipamentos responsáveis pelo
aquecimento seguido de um resfriamento rápido das carcaças, com a
finalidade de eliminar contaminantes biológicos da carne. Os
chillers nada
mais são do que grandes piscinas vermelhas de sangue com
partículas de
gordura que ficam boiando na superfície, onde os frangos ficam
embebidos.

Olho para o chão e tudo o que vejo é sangue e uma quantidade
absurda
de água que parece verter de todos os lados para a limpeza das
carcaças –
estima-se que para a limpeza de cada carcaça de frango se gaste em
média
35 litros de água! Desvio o olhar para cima e vejo carcaças
sangrentas
passando por minha cabeça, pois estamos nos aproximando do início
do
processo, quando começam a surgir aves com cabeças e penas, que
são
retiradas em uma máquina específica, o que deixa o chão lotado de
penas
brancas.

Nossa guia nos avisa que estamos chegando à linha de matança. Há
uma
diminuição abrupta da luz, onde funcionários trabalham quase no
escuro. Os
índices de depressão dos funcionários que exercem essa função
são
extremamente elevados, devido à insalubridade. Trata-se do início
do
processo de insensibilização. A luz é reduzida com a finalidade
de reduzir
a atividade e o estresse dos animais, que são extremamente
sensíveis a
este estímulo. A esteira segue com as aves penduradas na nória
pela pata,
de cabeça para baixo e agora passam por um túnel, onde sofrem
eletronarcose – isto é, são molhadas e eletrocutadas, de modo
que isso as
atordoe, mas sem causar a morte. As galinhas seguem estáticas pela
esteira, onde logo encontram uma serra, que fica presa a uma
espécie de
roda, e têm suas gargantas cortadas. Nossa guia nos explica que
dependendo
do tamanho das aves a altura da lâmina deve ser ajustada, para
reduzir a
margem de erros no corte mecanizado.

Na sequência, algumas galinhas encontram-se com o pescoço intacto,

enquanto outras, mesmo com a traquéia perfurada, começam a se
mexer,
visivelmente conscientes. Um funcionário tem então como tarefa
cortar o
máximo de pescoços de galinhas que falharam na serra automática,
mas a
esteira passa em uma velocidade assustadora, são muitas aves que
devem
morrer hoje para atender à demanda do mercado, cada vez mais voraz
por
carne de frango. Não há tempo para cortar o pescoço de todas as
intactas,
nem de abreviar o sofrimento daquelas que se debatem. As aves seguem
para
serem escaldadas em água fervendo.

Fomos levados ao local do recebimento das cargas. Vemos caixas e
caixas com mais aves do que espaço interno, em algumas há mais de
dez
animais. São tantas que muitas estão fora das caixas, respiram
ofegantes,
com o bico aberto pelo estresse e pelo medo. Elas estão há dez
horas em
jejum, sendo permitido o abate somente até doze horas após o
início do
jejum. O trabalho segue em ritmo frenético. Uma colega encontra uma

galinha solta e a pega, colocando-a, de forma orgulhosa, em outra
caixa
que segue na esteira rumo à serra automática, emitindo um
comentário de
que estava feliz por ter conseguido pegá-la. Descemos as escadas e
nos
deparamos com o caminhão que as trouxe. Somos instruídos a não
passar
muito perto, pois poderíamos ser bicados pelas aves apinhadas
dentro das
caixas. Nos afastamos um pouco e, em poucos momentos, vemos aves
soltas em
cima do caminhão. Elas tentam voar mas não conseguem, e muitas
acabam
caindo direto no chão. Um funcionário aparece com um gancho e as
junta
pelas patas, como se fosse inços em meio a grama. Violentamente,
ele junta
o máximo de aves que pode pegar com cada mão. As aves estão
penduradas
apenas por uma das patas. Então, alguém lembra que ele poderia ser
mais
delicado e pensar no ‘bemestar’ animal, afinal, deste modo, os
frangos
podem apresentar lesões graves como rupturas e fraturas, o que
compromete
o retorno financeiro pela carcaça.

Somos encaminhados para uma espécie de área de descanso dos
funcionários, onde esperamos pelo veterinário responsável pelo
setor de
suínos para nos acompanhar na visita deste setor. Neste momento uma

funcionária, escorada por mais duas colegas, passa em estado de
choque por
nós. Ela estava sangrando muito na mão. Acabou de sofrer um
acidente de
trabalho. Ela chora muito, a lesão parece grave. Uma colega nossa
se
manifesta rindo, dizendo que não vai comer o frango que ela estava
eviscerando na hora que se machucou! Muitos acham graça e riem.
Mais à
frente vejo uma placa dizendo ‘Estamos a ZERO dias sem acidentes
de
trabalho’ e, logo abaixo, ‘Recorde sem acidentes:83 dias’.

No setor de suínos, passamos pelo mesmo ritual de antissepsia e
adentramos outro corredor estreito com luzes amarelas. Meu nariz
ainda
está impregnado com o cheiro da morte das galinhas e meus ouvidos
ainda
não se acostumaram ao barulho estridente das máquinas, que são
fortemente
audíveis mesmo com o uso de protetores auriculares. Uma porta se
abre, e
atrás do veterinário estão centenas de carcaças de porcos mortos

pendurados pela pata traseira, passando pela esteira. O tamanho do
animal
impressiona. O veterinário nos conta que ali são abatidos 2350
suínos por
dia! Os funcionários agora são em sua grande maioria homens,
muitos
aparentemente se orgulham de sua função, e riem enquanto serram o
abdômen
do animal e retiram as vísceras. Neste setor a esteira anda mais
lentamente, devido ao tamanho do animal e a menor quantidade de
animais
que estão sendo abatidos, quando comparado ao setor de aves. Há
sangue por
tudo.

Para caminhar, temos que desviar das carcaças de 100 kg penduradas
sobre nossas cabeças. Os funcionários realizam seu trabalho em
etapas
específicas da produção, uns arrancam a cabeça, enquanto outros
em outra
parte da sala removem os órgãos internos e outros ainda são
responsáveis
pela identificação de qual cabeça pertence a que corpo, através
de um
sistema de numeração para posterior inspeção de possíveis
lesões que
possam causar danos à saúde pública. Mais à frente vemos uma
impressionante sequência de dezenas de porcos abatidos subindo de
uma
andar ao outro pelo sistema de esteiras. Somos convidados a ir até
o andar
de baixo onde ocorre a sangria. Para chegarmos lá temos que descer
uma
escada helicoidal estreita e escorregadia, devido à presença de
gordura
suína sob nossas botas. No meio desta escada existe uma espécie de
calha
por onde passam os animais mortos, ainda cheios de sangue. Nossa
roupa
está tapada de respingos de sangue.

De repente a temperatura do ambiente muda e começamos a sentir um
calor e um barulho atípicos do lugar. Olho então para frente e
vejo a cena
de uma carcaça pendurada por uma pata passar por uma espécie de
jogo
automatizado de chamas. Durante os poucos segundos que dura o
processo,
podemos ver as carcaças envoltas de uma labareda azul, e sentimos
um forte
cheiro de pêlo queimado. As labaredas são utilizadas para eliminar
os
resquícios de cerdas após a remoção dos pêlos, previamente
removidos por
um sistema de borrachas. Chegamos finalmente na sangria. Os gritos
estrondosos dos animais deveriam fazer qualquer um perceber que não
é
possível existir bem-estar diante da banalização da morte. Ao
invés disso,
muitos riem cada vez que um suíno é grosseiramente empurrado por
um
funcionário, munido de uma vara capaz de disparar choques de baixa
intensidade, em direção a uma espécie de escorregador totalmente
fechado
dos quatro lados. No fim do escorregador está um funcionário de
aparência
assustadora com uma barra com uma espécie de ‘U’ na ponta. O
‘U’ é
encaixado na cabeça do animal e suas pontas ficam em contato com a
região
temporal do crânio, onde um choque de grande intensidade é
disparado. O
animal cai como uma pedra, gerando um barulho característico de seu
corpo
desabando sobre a esteira metálica. Muitos apresentam contrações
involuntárias nas patas, e parecem estar dando coices. Com uma
destreza
impressionante o funcionário seguinte corta a garganta do animal.
Através
do orifício na traquéia jorram litros de sangue. O veterinário
nos explica
que neste momento o animal ainda não está morto, mas que
“conforme as boas
práticas de bem-estar animal, estes devem morrer dentro de no
máximo seis
minutos”, após ocorrer a total eliminação do sangue pelo
bombeamento
cardíaco. Na verdade, o real motivo para que não se aceite a morte
do
animal em tempo superior a este, é evitar que a carcaça fique PSE
– ‘pale,
soft, exsudative’, ‘pálida, friável, exsudativa’, pois este
tipo de
produto não apresenta a qualidade necessária exigida pelo mercado,
e
consequentemente há perda nos lucros.

Somos levados até os currais onde podemos ver os suínos vivos
serem
empurrados para o escorregador. Eles estão em pânico, uns sobem
sobre os
outros, enquanto nos olham fixamente nos olhos com a real expressão
do
horror. Os gritos tornam-se cada vez mais altos e o funcionário os
empurra
com o bastão de choques. Mais atrás está outro funcionário com
uma espécie
de relho feito de sacos plásticos, e o desfere contra o lombo dos
animais
para estes andarem na direção da matança. O veterinário nos
explica que o
relho é feito deste material para não machucar os animais. Isto
constituiria crueldade, algo condenável pelo ‘bem-estar
animal’, valor
muito importante dentro da empresa, e que poderia acarretar em
lesões
cutâneas, afetando negativamente o valor da carcaça.

Por fim, podemos ver os currais de chegada, onde os caminhões
descarregam diariamente os animais para o abate. É neste local que
deve
ser feita a inspeção ante-mortem pelo veterinário da inspetoria.
De acordo
com os preceitos da humanização da morte, todos aqueles animais
que chegam
com fraturas na pata e que não conseguem mais se locomover
adequadamente
devem ser removidos em separado e enviados para a matança imediata,
isto
é, devem ter o direito de ‘furar a fila’ a fim de que o seu
sofrimento
seja abreviado. O veterinário, com muito orgulho, faz questão de
dizer que
“o processo precisa ser feito”! E que já que é necessário,
“é preciso
fazê-lo com dignidade e respeito pelos animais”; Ele ainda afirma
que na
indústria é possível assegurar que estes animais não passam por
sofrimento, e que o seu fim é muito menos cruel do que seria se
fossem
predados por um leão na natureza!

Neste momento, é difícil conter o riso diante da tortuosidade do
raciocínio exposto. Em local algum do mundo teríamos mais de 2000
suínos
sendo predados em cadeia por leões vorazes, sistematicamente, todos
os
dias. Ao que consta, leões não têm a capacidade de raciocínio
semelhante a
um humano. Eles não podem fazer escolhas, simplesmente porque não
têm como
refletir sobre as consequências dos próprios atos. Leões não
planejam
estrategicamente como irão matar suas presas a fim de terem lucro
com
isso, e tampouco consideram normal a condição de degradação de
outros
seres de sua própria espécie em prol da satisfação do luxo de
outros
poucos. Apenas o ser humano é capaz de ter estratégias para a
exploração
máxima de todos aqueles capazes de sofrer sem de fato considerar
isso.
Hoje, muito se fala sobre bem-estar animal, porém trata-se apenas
de um
modo mais refinado de justificar injustificáveis fins.

O bem-estar animal agrada a muitos, pois consegue suavizar o
sofrimento e a culpa daqueles que sustentam a indústria da morte, e
ajudam
a aumentar os lucros através de medidas que teoricamente são
adotadas para
beneficiar os animais, mas que são norteadas pelo aumento da
produtividade
e qualidade do produto final. O limite do ‘bem-estar animal’ vai
até onde
o marketing e o lucro podem vislumbrar. É inacreditável que, para
a grande
maioria, ingenuamente, esse ainda seja visto como o caminho para o
fim do
sofrimento. O sofrimento animal apenas poderá ser reduzido quando
criarmos
coragem para defender o direito dos animais, através da abolição
do
consumo de seus corpos para a satisfação fugaz de nossos desejos
egoístas.

* Denise Terra é formanda em Medicina Veterinária

Fonte: Vanguarda Abolicionista
- http://migre.me/XsUA

Leishmaniose: tem cura!




POR QUE TRATAR?

porque tem cura!!!!!




por : André Luis Soares da Fonseca
M.V. Mestre em Imunologia
Professor Adjunto da UFMS



Sinteticamente, as razões que fundamentam o tratamento da leishmaniose visceral canina (LVC) são consistentes e de várias ordens, quais sejam:

1) técnica; 2) ética; e 3) jurídica.



Ordem técnica: o tratamento da LVC leva à cura clínica da doença, podendo a sorologia continuar positiva, o que apenas indica um prévio contato com o parasita, como acontece em outras doenças por protozoários, como na toxoplasmose e na doença de Chagas. Há um amplo arsenal de medicamentos que podem ser utilizados e o preço do tratamento, dependendo das drogas, é bem acessível. O receio de resistência medicamentosa é inerente no tratamento de qualquer doença infecciosa e não se justifica. O combate à LVC reside no controle do vetor. Se na dengue o controle do vetor é suficiente, por que para a LVC não é?



Ordem ética: os animais merecem o respeito e o amor dos seus proprietários, que podem e devem utilizar os medicamentos disponíveis para tratar estes que, muitas vezes, são os únicos companheiros e amigos.



Ordem jurídica: o proprietário tem direito a tratar do seu animal, como tem de defender a sua propriedade (direito constitucional), pois o cão é tido muitas vezes como um membro da família, portanto, um bem jurídico especial.

E-mail: afonseca@nin.ufms.br



Abordagens Atuais no Tratamento da Leishmaniose Visceral Canina - http://fielamigo.com.br/trata/




Instituto Nina Rosa - Projetos por amor à vida

Organização independente sem fins lucrativos

http://www.institutoninarosa.org.br


***
isso tudo pq tem CCzs por aí, que tem usado essa doença para fazer eutanásia nos bichinhos usando essa desculpa!
então, ta aí a prova........Leishmaniose: TEM CURA !

terça-feira, 20 de julho de 2010

Operação mata cachorro continua :(




O Projeto de Lei 510/10, de autoria do deputado estadual Feliciano Filho, obriga a realização de exame de contra prova em animais cujo primeiro diagnóstico laboratorial acusou um resultado positivo, ficando o Poder Público obrigado a realizar os exames comprobatórios de Leishmaniose Visceral Canina de forma gratuita pelos órgãos competentes, ou mesmo em laboratórios particulares, devidamente credenciados na Rede Oficial do Ministério da Saúde, desde que o proprietário do animal pague os custos.

Tal exame hoje é proibido de ser realizado de acordo com Manual de Vigilância e Controle da Leishmaniose Visceral Americana do Estado de São Paulo, exceto por pedido judicial.

Hoje no Brasil os teste realizados chegam a um índice de erro de FALSO POSITIVO de até 48%, portanto o número de animais mortos indevidamente pode chegar a números assustadores.

No dia 17 de Julho de 2010 o Governador do Estado Alberto Goldman VETOU(anexo) o PL 510/10. tendo como um dos fatores determinantes para tal a indicação do CRMV-SP.

Ao redigir o referido Projeto de Lei, com o suporte tecnico de especialistas reconhecidos mundialmente no combate à LVC, a intenção de Feliciano foi a de evitar que animais sejam mortos indevidamente, obtendo desta forma um diagnóstico de certeza para a LVC, para termos o conhecimento real e preciso da quantidade de animais infectados com essa importante zoonose, a fim de proteger também os humanos.



Entendemos que somente embasados em dados técnicos confiáveis sobre o número real de animais infectados pela Leishmaniose Visceral Canina, técnicas mais eficazes poderão ser desenvolvidas para diminuir sua disseminação, possibilitando o controle ético e humanitário da doença e o correto tratamento em seres humanos.

"Ainda não é o fim, vamos lutar para derrubar o VETO ao PL 510/10 na Assembleia Legislativa de São Paulo, e desta forma obrigar a realização de exames de contra prova nos cães, acabando desta forma com a matança indiscriminada de animais por Leishmaniose."
Feliciano Filho




Saiba mais
http://matarnaoresolve.blogspot.com



" O homem não pode e não deve deliberar sobre a vida de um animal, pois isto é uma prerrogativa divina "
Dep Feliciano Filho


Lilian Rockenbach
Assessoria

O Dep Feliciano Filho, foi eleito no estado de São Paulo, para defender principalmente as causas relacionadas à PROTEÇÃO ANIMAL.

Feliciano Filho é deputado estadual pelo PV-Campinas .

Acima de tudo ele é um Protetor de Animais.

É também fundador da UPA em Campinas, uma ONG que cuida de 250 animais resgatados de Abandono e Maus Tratos.

Você pode ver alguns de seus resgates nos links abaixo.


Blog
http://felicianofilho.zip.net

Orkut
Feliciano Filho

Programa Planeta Bicho
www.programaplanetabicho.com.br

sexta-feira, 16 de julho de 2010

.

Olhei para os animais abandonados no abrigo.....os renegados da sociedade humana. Vi em seus olhos amor e esperança, medo e horror, tristeza e a certeza de terem sido traídos. Eu me revoltei e rezei: - " Deus, isso é horrível! Porque o Senhor não faz nada a respeito? - E Deus respondeu: - " Eu fiz. Eu criei você."



(Autor desconhecido)

Cálculo renal em cães

Sabia que a maioria dos casos de cálculo renal em cães é causada por ração?

Seu cachorro parece estar com dor? Cuidado, ele poderá estar com pedras nos rins! Portanto, aparecendo esta reação sintomática bastante comum nos tempos atuais, procure um veterinário o quanto antes.

O cálculo renal, também conhecido como pedra nos rins, é uma massa dura desenvolvida a partir de cristais que se separaram da urina dentro do trato urinário dos cães. Normalmente a urina contém químicos que inibem a formação destes cristais.

Segundo estudo, foi comprovado que a grande maioria dos casos de cálculo renal em cães (da era moderna) é causado pela ração industrializada hipercalórica. Há trinta anos era raríssimo ver um cachorro com este tipo de patologia – muito dolorosa – mas nos tempos modernos está cada vez mais comum este diagnóstico.

A química presente na ração industrializada (flavorizantes, aromatizantes, estabilizantes e outros conservantes) em longo prazo deteriora a saúde dos caninos. Alimentos isentos de conservantes e de química contribuem para que os ‘fiéis amigos’ tenham longevidade, isso está provado. Cachorros nutridos com alimentos naturais apresentam mais saúde e vivem um terço de vida a mais do que aqueles alimentados exclusivamente com comida industrializados.

A dieta com variação do cardápio possibilita ao organismo desintoxicar-se da química existente no alimento industrizalizado. Em geral, quem utiliza ração para alimentar seus cães nunca deveria fazê-lo de modo ininterrupto.

Para cada quatro dias de ração deve administrar de um a dois dias de alimentos frescos sem conservantes (comida caseira não é restos de comida), como carnes (branca e vermelha), peixes, vísceras bovinas, legumes, arroz, queijo branco (e/ou iogurte), gemas de ovos e frutas. A levedura de cerveja, em doses diárias, é altamente recomendável como complemento alimentar.

Fonte: ANDA / Portal da cinofilia

quarta-feira, 14 de julho de 2010

Por que e como adotar um cão

Por Ayrton Mugnaini Jr.,

Por que adotar um cão? Este é o tipo da pergunta que equivale a por que torcer para este time, ouvir aquela cantora, namorar esta pessoa, adorar aquele tipo de pizza... Como cantava Elvis Presley, "algumas coisas têm que acontecer".
Esta resposta é até boa, mas há outras que satisfazem aqueles para quem "'porque sim não é resposta". O próprio cão pode ser uma das muitas e boas respostas que veremos a seguir.
Há quatro maneiras de adotar.
Uma é resgatando-o abandonado das ruas, outras duas são adotando em feiras e abrigos ou lojas de animais (nestas o bicho é de raça pura, com pedigree e tudo), e a quarta é ganhando o cão de presente pelos mais variados motivos de força maior, do filho que se mudou para uma casa menor, da tia que faleceu, do vizinho que precisou mudar de cidade...
Um bom motivo para se adotar um "sem-teto" mais peludo que Tony Ramos é realmente muito bom, não só para o próprio cão em questão, mas também para outro cão - e também para quem adota. Explicaremos.
Ao adquirir um cão de um abrigo, estamos abrindo uma vaga no abrigo para outro cão necessitado. Afinal, a expectativa de vida de um cão sem-teto, abandonado na rua - sujeito a intempéries, acidentes e até sacrifício, caso recolhido por um centro de controle de zoonoses e não adotado após certo prazo - é de até três anos, bem menos que os até 20 que um cão pode viver em nossa boa companhia.
Além disso, a companhia canina pode fazer bem mental e até físico para os humanos, tornando-os mais calmos e menos suscetíveis a doenças como asma e alergias, conforme já lembramos na matéria "Está comprovado: cão faz bem ao dono".
Nem é preciso falar no prazer em ter alguém nos recepcionando alegremente ao voltarmos de um dia de trabalho puxado, com quem possamos "conversar" e que nos ajude a resolver boa parte dos problemas simplesmente por nos dar "atenção".
Relendo aquela matéria, nota-se que também ter um peludo em casa é bom para quem tem crianças. Além de os cães serem grandes companheiros, eles se tornam "filhos" de nossos filhos, perfeitos para dar a estes as primeiras noções de responsabilidade - isso mesmo, posse responsável não tem idade. Isto também foi assunto de outra matéria.
Além de não ter idade, posse responsável não admite "racismo": vira-latas, mestiços e "genéricos" têm tanto direito a vida e conforto quanto puro-sangues - e saem mais baratos na aquisição em abrigos e nos cuidados com a saúde e conforto, detalhe importante para quem tem mais amor para dar que dinheiro para gastar.

Como adotar

É claro que amor não dá nem pede explicação. Não será improvável nem incomum que moradores de quitinetes decidam não haver espaço para um inquilino peludo maior que um poodle e acabem trazendo um quase-dálmata de 20 quilos que os seduziu com aquele olhar pidão. O que não significa que haja falta de opções nos abrigos.
Nestes se pode examinar os cães disponíveis quanto a seu estado de saúde (inclusive se ele está vacinado e castrado - procedimentos, aliás, mandatórios para bichos colocados à disposição em abrigos) e seu tamanho, personalidade e idade. (Sim, caninos vovôs e vovós, tiozinhos e tiazinhas, também são bem-vindos, sendo recomendados para donos humanos muito idosos, por terem o mesmo nível de atividade.)
Ah, sim: não se esqueça de ter à mão coleira e transporte (refiro-me especificamente àquelas maletas especiais para levar bichos) para trazer seu novo companheiro, nem de reservar espaço para ele dormir, brincar e tudo o mais. E vou admitir que você está absolutamente seguro de ter espaço e disposição para conviver com um peludo, e nem pensa em simplesmente delegar a outros as responsabilidades de levar a passeio, comprar ração, limpar cocô, varrer pelo e tudo o mais.
Afinal, tudo na vida exige dedicação, inclusive prazeres como criar filhos humanos, tocar guitarra, cultivar jardim ou colecionar LPs - enfim, coisas que "têm que acontecer" e são tão prazerosas e proveitosas quanto adotar um cão.


http://br.noticias.yahoo.com/s/24062010/48/manchetes-adotar-cao.html


Letícia Cavichioli
GAVAA - GRUPO DE APOIO VOLUNTÁRIO AOS ANIMAIS ABANDONADOS - Promovendo a adoção dos animais do CCZ Campinas
www.gavaa.com.br

" Um homem só é nobre quando consegue sentir piedade de todas as criaturas" (Buddha Shakyamuni)

sexta-feira, 2 de julho de 2010

FECHA INDÚSTRIA DE CÃES PARA LABORATÓRIO NA ITÁLIA

Fonte: mensagem enviada por flopinhodasabi@ gmail.com

http://www.oipaital ia.com/vivisezio ne/notizie/ chiudemorini. html

A empresa Morini di S. Polo-Italia, especializada na criaçao de animais de laboratorio e por anos no centro de protestos de animalistas, cessa suas atividades. Os 283 caes que restaram juntamente com 700 ratinhos foram comprados pela Prefeitura e doados à associaçao " Vita de Cani" de Milao, que faz parte da OIPA (Organizaçao Internacional pela Proteçao dos Animais). Um acordo entre Giovanna Soprani, titular da empresa e o prefeito de San Polo, Mirca Carletti, escreve a palavra final sobre o caso dos caes beagles que por anos suscitou protestos em nivel nacional, debates, embates e violentas polemicas no mundo dos animalistas e entre as associaçoes que lutam pela defesa dos animais, como Enpa e Lav. Os animais terao assistencia veterinaria e serao colocados em reabilitaçao antes de serem disponibilizados para adoçao.

Passaram-se exatamente 8 anos desde quando o embate entre animalistas e a empresa Morini teve inicio. Em junho de 2002, um caminhao com 56 filhotes de beagles a bordo, proveniente de San Polo, foi bloqueado na fronteira com a Austria: os caes seriam destinados às mesas de experimentaçao de um laboratorio farmaceutico de Hamburgo.

Toda a campnha contra a empresa Morini voce pode ler na pagina oficial da Oipa, em italiano:

http://www.oipaital ia.com/vivisezio ne/morini. html

Esta é mais uma historia de sucesso na luta pelos direitos animais. Quase mil vidas salvas. 8 anos de luta. Varias organizaçoes animalistas envolvidas.

Por isso que nossa luta vale à pena. Com perseverança e força de vontade, podemos sim mudar esse mundo cujo centro da exploraçao pelo homem estao a Natureza e seus animais.


Instituto Nina Rosa - Projetos por amor à vida
Organização independente sem fins lucrativos
http://www.institut oninarosa. org.br

sexta-feira, 18 de junho de 2010

Carne de vitela.....leite..... vejam :(

VITELA: UM CRIME HEDIONDO, OU, PORQUE “MILK IS MURDER”* - Paula Brügger


"O homem moderno toma o Ser em sua inteireza como matéria-prima
para a produção e submete a inteireza do mundo-objeto
à varredura e à ordem da produção".
Martin Heidegger
Segundo Paul Kingsnorth (2001), a produção industrial de leite é uma das indústrias mais tristes. Quanto mais leite e laticínios são consumidos mais as vacas são tratadas como máquinas de produzir leite para seres humanos. De acordo com o grupo PETA (People for the Ethical Treatment of Animals), cerca de metade das vacas americanas vive em fazendas de produção intensiva. Passam suas vidas em alojamentos de concreto, ligadas a máquinas de ordenhar que, não raro, lhes dão choques elétricos. Mastite e infecções bacterianas, comuns em regimes intensivos, freqüentemente deixam resíduos de pus no leite que produzem. Devido à alta demanda por leite, as vacas de hoje produzem o dobro do que produziam há 30 anos e até 100 vezes mais do que produziriam no estado natural. As vacas da década de 1990 viviam apenas cerca de 5 anos, em contraste com os 20 a 25 anos de vida de 50 anos atrás. São entupidas com drogas e químicos para prevenir doenças e aumentar sua produtividade, incluindo o famoso hormônio de crescimento bovino. Os bezerros que são obrigadas a parir regularmente - para estimular a produção de leite - são separados delas em 24 horas. Não tomarão seu leite e serão vendidos como carne. Em 60 dias as vacas serão engravidadas de novo, diz Kingsnorth.
Peter Singer (2002) afirma que a indústria de produção de vitela é a atividade rural intensiva mais repugnante do ponto de vista moral. O termo vitela era reservado aos bezerrinhos abatidos antes do desmame. A carne desses animais muito jovens (macia e pálida porque não comem capim) provinha dos animais indesejados, do sexo masculino, descartados pela indústria leiteira.Um ou dois dias depois do nascimento eles eram levados para o mercado onde, famintos e assustados pelo ambiente estranho e pela ausência das mães, eram vendidos ao matadouro. Na década de 1950 produtores holandeses encontraram uma forma de fazê-los atingir cerca de 200kg (em vez de cerca de 50kg que pesam os recém-nascidos) sem que sua carne se tornasse vermelha ou menos macia. Para isso os animais passaram a viver em condições extremamente antinaturais, confinados em baias de cerca de 56cm x 137cm. Quando peq uenos, são acorrentados pelo pescoço para evitar que se virem. O compartimento não tem palha ou qualquer outro tipo de forro onde deitar-se (pois os animais poderiam comê-lo, comprometendo a cor da carne). Sua dieta é líquida, baseada em leite em pó desnatado, vitaminas, sais minerais e medicações que promovem o crescimento. Assim vivem durante cerca de quatro meses, até o abate. Nessa vida miserável, mal podem deitar-se ou levantar-se. Tampouco podem virar-se. Os bezerrinhos sentem uma falta imensa de suas mães. Também sentem falta de alguma coisa para sugar, uma necessidade tão forte quanto nos bebês humanos: quando se oferece um dedo ao bezerro ele começa a chupá-lo como um bebê humano faz com seus polegares. Entretanto, desde o primeiro dia de confinamento, bebem sua refeição líquida num balde de plástico. Distúrbios estomacais e digestivos são comuns e também a diarréia crônica. O bezerro é mantido anêmico. A carne rosa, pálida, considerada uma iguaria, é na verdade uma carne anêmica. Para que cresçam rapidamente a maioria é deixada sem água, pois isso aumenta o consumo de seu substituto lácteo. A monotonia é outra fonte de sofrimento. Para reduzir a agitação dos bezerros entediados, muitos produtores os deixam no escuro. Assim, os bezerros já carentes de afeição, atividade e estimulação que sua natureza requer, vêem-se privados do contato visual com outros também. Os bezerrinhos mantidos nesse regime são muito infelizes e pouco saudáveis. Isso é o que aconteceu com o seu jantar no tempo em que ele ainda era um animal, diz Singer.
E a vitela no Brasil, como é produzida?
Ainda que nem todas as etapas descritas por Singer e Kingsnorth estejam sempre presentes, a indústria de laticínios e da vitela é marcada pela violação dos corpos das vacas (que são forçadas a engravidar continuamente); pelo seqüestro de seu bebê e o roubo de seu alimento; pela tortura em cativeiro (quando há confinamento do bezerro); e pelo assassinato (já que se trata de morte desnecessária, movida por motivos hedonistas e portanto torpes). O correto, do ponto de vista ético, é a total abolição do consumo de leite e seus derivados.
Porque somos veganos: a história de Bento, um bebê holandês
No dia 13 de abril deste ano, um colega nosso do Tai Chi Chuan ficou hospedado numa pousada na Serra Catarinense e, na manhã seguinte, durante o café da manhã, soube que seus proprietários iriam sacrificar um bezerro que nascera naquela madrugada porque "não compensava" criá-lo. Segundo nosso colega, os proprietários são criadores de gado holandês para leite. Fazem inseminação artificial quando querem que as vacas fiquem prenhas, mas interessam-lhes apenas as fêmeas, claro. Surpreso, e com dó do recém-nascido, nosso colega perguntou aos donos da pousada se eles lhe dariam o bezerrinho de presente. A resposta foi "sim", mas desde que ele o tirasse dali o mais rapidamente possível, pois "dá muito trabalho cuidar desses pequenos". Nosso amigo teve, então, que procurar alguém para cuidar do bezerrinho nos primeiros 60 dias, pelo menos, ainda que com leite em pó, já que o bebê ficaria sem sua mãe. "Pensei em chamá-lo de ´Quase´, visto que ficou vivo por um triz. Depois, pensei em ´Salvado´ ou ´Divino´. Mas, como a comunidade é muito religiosa, preferi ´aliviar´ na nomenclatura e, assim, entra para a história, o Bento (foto nesta página), um sobrevivente na Serra Catarinense", finalizou nosso colega.
Precisamos de leite?
Não. Isso torna o drama de Bento e sua mãe algo ainda mais incompreensível, para não dizer intolerável. Pior, o consumo de leite está associado a diversos problemas de saúde como manifestações alérgicas (rinite, bronquite), além de provocar prisão de ventre, flatulência e outros distúrbios. Isso se deve sobretudo ao fato de muitas pessoas terem intolerância à lactose e, também, à dificuldade de metabolizar algumas proteínas presentes no leite, seja devido à sua elevada concentração (caseína), seja pela própria natureza da proteína (beta-lactoglobulina). Há ainda muita controvérsia no que tange à confiabilidade do leite como fonte segura de cálcio, envolvendo questões relacionadas ao seu balanço/biodisponibilidade1. Existem muitos mitos relacionados à necessidade de consumir itens de origem animal que não têm fundamento científi co. Infelizmente, não são poucos os profissionais da área da saúde que perpetuam tais mitos e nos impõem informações equivocadas, cuja aceitação tem por base o medo de adoecer. Independentemente de adotarmos o veganismo, é bastante interessante compreender os fatores históricos, ecológicos e evolutivos, subjacentes à inclusão do leite e seus derivados nas dietas humanas2. As referências indicadas aqui e muitas outras evidenciam porque o leite não é saudável ou necessário hoje.
"Milk is murder"! Ou, por que um pedaço de queijo ou um "milkshake" valem mais do que a vida de Bento?
Essa é a pergunta que não quer calar. Por mais que se alegue que somos radicais em nossos questionamentos teóricos, o que importa é o que acontece na prática. E, na prática, saborear uma "pizza", ou uma sobremesa ao "creme de leite", é mais importante do que deixar Bento e seus irmãos viverem. Essa é uma das muitas "verdades inconvenientes" decorrentes de nossa relação especista com os outros animais. E aqui é bom pontuar: somos radicais sim, no que diz respeito a ir à raiz do problema. Mas não podemos aceitar o rótulo de radical como "postura extremada" ou "sem maleabilidade", porque extremados e inflexíveis são aqueles que se recusam a abolir hábitos que são - entre muitos outros aspectos - ética e ambientalmente injustificáveis. Consideramo-nos civilizados, mas quando nos comparamos com outras sociedades humanas que chamamos de "primitivas", constatamos que nenhuma delas jamais dispensou um tratamento tão cruel quanto o nosso para com os animais. O progresso que alcançamos é tão somente no plano técnico. No plano ético nosso progresso é mínimo, senão nulo.
Leites vegetais, leites legais! Viva a diversidade!
Para concluir, gostaria apenas de destacar que existe a possibilidade de tomarmos leites de arroz, gergelim, trigo, aveia, amêndoas, entre outros, que são muito saudáveis e não implicam o sofrimento de seres sencientes. Trocar o leite de vaca por leites vegetais é uma atitude muito legal! Não só porque aumentamos a diversidade de nutrientes que ingerimos e ajudamos a manter a diversidade na natureza, mas também porque são os únicos leites que respeitam rigorosamente a legislação que procura salvaguardar os animais não-humanos de danos e procedimentos cruéis.
* Alusão ao álbum "Meat is Murder", de 1985, da banda britânica "The Smiths". "Meat is Murder" lamenta em tom de luto a desnecessária morte de seres sencientes, isto é, aqueles capazes de experimentar alegria, dor, medo etc. A letra da música assume também um tom raivoso, ao colocar a culpa pelos assassinatos de animais inocentes diretamente no prato de quem os come: "A carne de peru ou novilha (vitela) que fritamos ou cortamos em pedaços não é suculenta ou saborosa, é uma morte sem motivo e morte sem motivo é assassinato". A letra termina com as perguntas: "Você sabe como os animais morrem? Quem ouve os gritos dos animais?"
Notas
1 Veja, por exemplo, "Consumo do leite de vaca: mitos e realidades", artigo da Dra. Denise Madi Carreiro, disponível em http://www.denisecarreiro.com.br/artigos_artigoleite.html
2 Para uma rápida revisão sobre o assunto procure na Internet "Lacticínios + Wikipédia" (item História). Para um maior aprofundamento recomendo, por exemplo, o capítulo que trata dos "lactófilos e lactófobos" (Lactophiles and Lactophobes: Milk Lovers and Milk Haters) no clássico livro "Good to eat - riddles of food and culture", do antropólogo Marvin Harris.
Bibliografia citada
KINGSNORTH, Paul. Mother's milk. The Ecologist, 31(5), junho, 2001: 38.
SINGER, Peter. Lá na fazenda industrial...In: Vida ética: os melhores ensaios do mais polêmico filósofo da atualidade. Tradução de Alice Xavier. Rio de janeiro: Ediouro, 2002: 83-94.
Texto reeditado. Adaptado (3ª versão) de "Carne de vitela: um caso de crime hediondo", artigo publicado no jornal A Notícia em 05/10/06.
Publicado na revista Pensata Animal em 27 de Junho de 2009: http://migre.me/O9dO

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Paula Brügger
brugger@ccb.ufsc.br
Professora do Departamento de Ecologia e Zoologia da Universidade Federal de Santa Catarina onde ministra as disciplinas "Biosfera, sustentabilidade e processos produtivos", "Meio Ambiente e desenvolvimento? e "Gestão da sustentabilidade na sociedade do conhecimento". É graduada em Ciências Biológicas com especialização em Hidroecologia, Mestra em Educação e Doutora em Ciências Humanas - "Sociedade e Meio Ambiente". Atua na defesa dos animais e do meio ambiente e auxiliou diversas vezes o Ministério Público Federal na luta contra projetos de pseudodesenvolvimento que promovem exclusão social e a destruição da natureza. É autora dos livros Educação ou adestramento ambiental?, em 3ª edição, e Amigo Animal ? reflexões interdisciplinares sobre educação e meio ambiente: animais, ética, dieta, saúde, paradigmas. Coordena o projeto de educação ambiental "Amigo Animal", oferecido para as escolas da rede municipal como tema transversal. É coo rdenadora do Departamento de Meio Ambiente da "Sociedade Vegetariana Brasileira" (SVB). Atua principalmente nos seguintes temas: educação ambiental; interdisciplinaridade e paradigmas de ciência; desenvolvimento sustentável; relação dos seres humanos com os outros animais como relação sociedade-natureza.

terça-feira, 8 de junho de 2010

Notícia




Foto: WSPA


Gastos com veterinários poderão ser abatidos no Imposto de Renda
18 de maio de 2010

Tramita na Câmara dos Deputados o Projeto de Lei 6631/09, do deputado Vanderlei Macris (PSDB-SP), que inclui as despesas veterinárias nas deduções da base de cálculo do Imposto de Renda de Pessoas Físicas. A proposta tramita em caráter conclusivo e será analisada pelas comissões de Finanças e Tributação, e de Constituição e Justiça e de Cidadania.


A proposta altera o inciso II do art. 8º da Lei nº 9.250/95, que passa a considerar “pagamentos de despesas veterinárias efetuadas no ano-calendário, pelo tutor de animal registrado, documentalmente comprovadas”. Segundo Macris, o objetivo do projeto é desestimular o abandono, criar incentivos para a adoção de animais de estimação e evitar o sacrifício desses animais pelos Centros de Controle de Zoonoses (CCZs).
Na justificativa do projeto, o parlamentar destaca a crescente conscientização sobre a situação dos animais abandonados. “A luta contra o extermínio cruel de animais já conseguiu mudar esse procedimento condenável em muitas cidades. Além de apoiar mudanças na legislação que proíbam o simples abate de animais nos centros de controle municipais de zoonoses, precisamos apoiar iniciativas que estimulem a adoção desses animais, com o compromisso de fornecimento de alimentação adequada, assistência veterinária e vacinação”, disse.


Foto: Divulgação
Incentivo
O autor da proposta destaca a importância das políticas públicas voltadas à guarda responsável de animais e cita que é preciso dar incentivos para que as pessoas possam arcar com as despesas de adoção dos animais. Macris cita o exemplo da cidade de Americana (SP), que ao retirar da rua cães e gatos abandonados busca destiná-los por meio de adoção pelas famílias. No entanto, diz ele, trata-se de mais um gasto que pesa no orçamento daqueles que se dispõem à guarda responsável do animal. “Apresentamos, então, projeto de lei que inclui tais despesas no rol de deduções da base de cálculo do imposto de renda da pessoa física”, justifica.
No dia 30 de março, o deputado Pedro Eugênio (PT-PE) foi designado relator da matéria na Comissão de Finanças e Tributação (CFT). O prazo para apresentação de Emendas ao PL é de cinco sessões ordinárias a partir de 1º de abril. Até o fechamento desta edição nenhuma emenda havia sido apresentada.
Fonte: O Observador Legislação Animal



Juntos nós faremos a Diferença!

Denuncia de maus tratos - informação

Você já teve problemas quando buscou denunciar maus-tratos a animais para um órgão público? Não conseguiu registrar uma denúncia? Registrou, mas nada aconteceu? Outras dificuldades?

Por favor, relate para nós os problemas que você encontrou ao denunciar maus-tratos às polícias civil e militar, IBAMA, Ministério Público, tribunais e órgãos municipais e outras instituições públicas.

Escreva para sentiens@sentiens.net digitando a palavra "DEPOIMENTO" no campo "Assunto".

Obrigado!
Maurício Varallo
Sentiens Defesa Animal

quarta-feira, 2 de junho de 2010

O que é ser um protetor de animais?

Por Bruna Rosalem....


Hoje em dia a proteção animal virou um modismo. Muita gente acha bacana dizer que é “Protetor de Animais”, mas o que exatamente ser um “Protetor de Animais”?

Para começar gostaria de esclarecer que proteger animais não é chamar uma ONG ou ligar para um protetor independente quando um animal está sendo mal tratado. Proteger animais também não é ficar no computador apenas repassando pedidos de ajuda, nem se sentir no direito de exigir e cobrar que pessoas ligadas a causa façam o que você considera certo fazer. Estas são apenas formas de divulgar ações e necessidades ligadas a causa, e não a proteção em sua essência.



Em primeiro lugar é importante saber que protetores de animais são pessoas iguais a você, eles trabalham, estudam, possuem família, filhos, quintal pequeno, moram em apartamento em alguns casos, mas decidiram arregaçar as mangas e fazer a diferença. Um dia desses eu ouvi que “ser protetor de animais é um apostolado”, e isso significa você dedicar sua vida, seu tempo e seu dinheiro a uma causa que muito provavelmente “nunca” lhe trará nenhum retorno material. Consiste também em mudar seus hábitos alimentares (parar de consumir carne), hábitos de diversão (rodeios, vaquejadas, touradas, feiras de exposição, de exploração, de competição, etc.), hábitos de consumo (roupas de origem animal como casacos de pele, etc.), hábitos em geral.



O “protetor de animais” muda sua visão em relação a vida, passa a respeitar toda forma de vida, passa a lutar pela defesa dos direitos dos animais, pela castração, pela adoção, por leis mais rígidas e que os defendam, pela conscientização da população, contra a exploração animal em todas as suas formas, contra o comercio de animais, etc.



Ninguém muda estes hábitos facilmente, nenhuma pessoa que conheço amanheceu e disse: a partir de hoje sou um protetor de animais e vou deixar de fazer tudo o que fiz a minha vida inteira. A vontade de ajudar nos impulsiona a levantar e ir, com o tempo criamos cada vez mais a consciência em relação aos assuntos relacionados à causa, nossos hábitos são mudados aos poucos e gradativamente. É uma luta pessoal contra nós mesmo, e em alguns casos, contra nossos familiares que não conseguem entender e aceitar essa mudança.



Ser um “protetor de animais” é ter responsabilidade social de maneira totalmente independente da caridade. Promover a conscientização em relação ao respeito dos animais é uma das bandeiras mais importantes da causa, fazer com que as pessoas enxerguem que o animal tem uma vida que precisa ser respeitada, é uma batalha constante. Os animais existem da mesma maneira que todos nós, possuem suas individualidades e não estão aqui para nos servir.



Os defensores dos animais devem ser felizes com sua bandeira, devem se orgulhar do que fazem. Se defender animais te trouxer algum tipo de angústia, talvez seja a hora de repensar e mudar de causa. Os animais precisam de pessoas sensatas, que estejam sempre empenhadas em aprender, que estejam dispostas a tentar mudar o mundo, mas se conseguirem mudar apenas a pessoa que está ao seu lado, já fizeram muito mais do que 99% da população. Os animais não podem se defender, eles só têm a nós, seres humanos, para defendê-los, e exatamente por isso temos que nos manter equilibrados para fazê-lo, e fazer com prazer, paixão e de maneira otimista. Pessoas agressivas e desacreditadas, não apenas na causa animais mas em todas as causas, geralmente não conseguem atingir seus objetivos na sociedade, pois não conseguem desenvolver o potencial necessário para valorizar a causa que defendem.



Tenha sempre a frente, e como referência, pessoas inseridas na causa e que desenvolvam um trabalho baseado na seriedade e, acima de tudo, idoneidade. Fuja dos falsos protetores, pessoas que estão inseridas na causa tentando tirar benefícios materiais ou prestígio. Acredite em você e em seus objetivos, arregace as mangas e faça, não tenha projetos alimentados apenas pela esperança, estabeleça objetivos e metas, faça você também a diferença. Pense qual a melhor forma de ajudar os animais, quais os seus pontos fortes, se você gostaria de trabalhar com resgates, com adoção, com maus tratos, com educação, contra exploração, etc. Acredite em você, e dê o seu melhor.



Abrace uma causa, qualquer causa, mas faça-o com responsabilidade e de coração aberto. Mude seus conceitos, abandone os preconceitos e faça a diferença.



Divulgação: Instituto Nina Rosa

Fonte: http://tvecologica.wordpress.com/2010/05/19/4198/

quinta-feira, 27 de maio de 2010

Curso de primeiros socorros para cães!!

Este curso interessa a você que tem um cãozinho em casa.

A DIDATUS oferece a você um curso totalmente via WEB falando de Primeiros Socorros para Cães. Seu animalzinho poderá ser salvo se você souber como proceder até a chegada do Veterinário. Veja o programa do curso. Clique aqui.


Início: 23/06/2010

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Investimento: 2 X 90,00

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que legal !!!!!!!!!

UIPA ENTRA COM REPRESENTAÇÃO NO MINISTÉRIO PÚBLICO CONTRA A MATANÇA DE ANIMAIS COMO "CONTROLE" DA LEISHMANIOSE


Você sabia que o Brasil é o único país no mundo que mata cães com a desculpa do controle da Leishmaniose?

TODOS OS PAÍSES DO MUNDO TRATAM.

As técnicas sorológicas atualmente utilizadas disponibilizados pelo Ministério da Saúde são ELISA e RIFI, em virtude do baixo custo, facilidade de execução e rapidez no diagnóstico, porém estas tecnicas apresentam muitos problemas em relação à sua precisão, portanto o diagnóstico de FALSO POSITIVO E FALSO NEGATIVO ocorrem frequentemente devido a reações cruzadas, por exemplo: cães com sarna, erliquiose e babesia podem apresentar resultados POSITIVOS, esse resultado chega a atingir cerca de 48% dos cães.

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LEISHMANIOSE: ONG CONTESTA MINISTÉRIO DA SAÚDE
Fonte: mensagem de Vanice Orlandi, presidente da UIPA (http://www.uipa. org.br)

Prezados Associados e Colaboradores da UIPA, União Internacional Protetora dos Animais,

A UIPA ofereceu representação ao Ministério Público Federal, solicitando providências contra a matança de cães, como pretensa medida de controle da Leishmaniose.

Apresentando inúmeros argumentos e estudos, em um arrazoado de 63 laudas, a entidade contesta a tese defendida pelo Ministério da Saúde, que insiste em recomendar a morte de dezenas de milhares de cães, há décadas, sem respaldo científico algum, contra todas as evidências de que a eliminação de cães soropositivos em nada repercute na incidência da doença, que mantém-se elevada e em expansão pelo país, a despeito de toda a matança promovida.

Na oportunidade, a UIPA agradece à jornalista Regina Macedo, que colaborou na pesquisa de dados e seleção dos estudos apresentados.

Seguem alguns dos tópicos desenvolvidos na peça, elaborada pela presidente.

Em nome de pretensa medida de controle da Leishmaniose Visceral Americana ( LV), o Ministério da Saúde emprega a gravosa medida de eliminar a vida de dezenas de milhares de cães, sem ao menos conhecer a correlação entre a doença canina e a humana, a despeito da inexistência de estudos, ou experiências anteriores, que demonstrem a eficácia do método de eliminação de cães, ou que lhe dê algum suporte técnico-cientí fico.

A elevação do número de casos da doença, que acarreta 2.700 (duas mil e setecentas) mortes anuais, e sua expansão pelo país, há mais de quatro décadas, denunciam a ineficiência da política baseada na matança de cães soropositivos.

Recente revisão sistemática solicitada pela OMS concluiu que o controle dos vetores e a vacinação de cães seriam mais eficazes do que o abate de cães, e que tal estratégia é cada vez mais debatida em razão da incidência da Leishmaniose humana manter-se elevada, inobstante a sua intensa aplicação.

A rapidez com que a população canina é reposta exige proporção e freqüência impraticáveis de eliminação de cães soropositivos.

O abate de cães ainda tem se prestado a disseminar a Leishmaniose, pois temendo pela vida de seus animais, muitos munícipes os conduzem a outros Municípios, ou os repõem com novos animais, colocados no mesmo espaço em que vivia o infectado, o que alastra a doença, torna a população canina mais jovem, implicando na maior suscetibilidade a diferentes doenças.

Em função dos imprecisos testes sorológicos, que chegam a acusar Leishmaniose em até 48% dos animais que não a possuem, dezenas de milhares de animais saudáveis são mortos.

Embasado em mais de 10 (dez) fatores, consultores da FUNASA recomendaram, em 2001, que a triagem sorológica de cães, seguida de eliminação, fosse suspensa.

O Ministério da Saúde desaprova a utilização das vacinas para as quais concedeu registro e autorização p ara a comercializaçã o.

Ao não recomendar a prevenção da LV canina por vacina, e ainda vedar o seu tratamento, o Ministério da Saúde extingue caminhos alternativos à eutanásia, barra a resistência à sua aplicação, e a institui como a única alternativa possível ao controle da doença.

A eliminação de animais ainda se presta a desviar o verdadeiro foco da questão que é o combate ao vetor, o flebotomíneo responsável pela transmissão da doença. Segundo especialistas, a prioridade deveria ser dada ao controle de vetores, em vez da atual ênfase conferida ao controle de reservatórios caninos.

Outros reservatórios, provenientes de animais que vivem em proximidade com o homem no meio rural, podem ser fontes de infecção e atrair o mosquito, mas tal questão não recebe atenção alguma do órgão ministerial.

Embora a Leishmaniose seja uma doença diretamente relacionada à precariedade de condições sociais e sanitárias, o programa de controle da doença não abrange políticas públicas voltadas para a solução da grave desigualdade relativa a tais condições.

É ineficiente a promoção de medidas de vigilância e de educação em saúde.

Fatores relacionados à ausência de controle ambiental favorecem a proliferação da doença, mas não são atingidos pelo programa de controle da LV.

Inexiste razão para se vedar o tratamento canino com drogas de uso humano, uma vez que 100% dos tumores em cães, 80% das infe cções e muitas outras enfermidades que os acometem, são tratadas com medicamento de uso humano.

É infundada a inferência de que o tratamento dos cães com Leishmaniose importa em risco de indução à seleção de cepas resistentes aos medicamentos disponíveis para o tratamento de humanos, pois há mais de uma década já se constata refratariedade ao tratamento com as drogas disponíveis.

O Ministério da Saúde não segue as normas internacionais de consulta à comunidade científica, como denuncia o especialista em saúde pública tropical Carlos Henrique Nery Costa, ex-consultor daquele órgão.

A recomendação do Ministério da Saúde para que sejam eliminados os cães soropositivos, expedidas às cegas, sem respaldo técnico algum, deriva do fato de que sempre foi essa a política adotada.

Mata-se animais pelo só fato de que sempre matou-se.

As autoridades sanitárias ainda batem-se pela manutenção do caduco método recomendado pelo 6º Informe Técnico da Organização Mundial de Saúde, de 1973, que indicava a captura seguida de eliminação de cães errantes para o controle da população canina e das zoonoses, não obstante tal política ter sido declarada ineficaz e impraticável pela OMS, desde 1992, quando editou o 8º Informe Técnico.

A problemática questão da superpopulação canina decorreu da insistência em manter uma superada política de saúde pública.

Em muitos Estados e Municípios, o Ministér io Público e as entidades protetoras insurgiram-se contra a eliminação sistemática, que restou vedada por força de lei, de sentença, ou de celebração de TAC -termo de ajustamento de conduta-, sempre à revelia das autoridades sanitárias, que continuam a bater-se por sua aplicação.

O Poder Público prevê a possibilidade de infectação, e nada faz para impedi-la, omitindo-se de implantar procedimentos profiláticos eficazes, como o uso da coleira. Consente, dessa forma, na disseminação da doença canina para promover, ao final, a matança dos atingidos, conduta que desatende a obrigação, que lhe traçou a norma constitucional, de vedar as práticas que submetam animais à crueldade.

Saudações

Vanice T. Orlandi
Presidente
UIPA

sexta-feira, 21 de maio de 2010

Fogos de artifício - Dicas para tranquilizar os bichinhos (ainda mais nessa época de copa)

Propomo-nos a conscientizar o maior número possível de pessoas sobre os danos que causamos aos animais ao usar pirotecnia, para que durante a Copa do Mundo eles não sofram. Nas festas de fim de ano vimos as consequências da infeliz pirotecnia: cachorros perdidos, atropelados, aturdidos e agonizando longe de seus guardiães - que nunca mais encontrarão.



Quando você pratica a pirotecnia, cachorros, gatos, cavalos sentem: palpitações, taquicardia, salivação, tremores, sensação de insuficiência respiratória, falta de ar, náuseas, atordoamento, sensação de irrealidade, perda de controle, medo de morrer.



Essas alterações provocam na conduta do animal tentativas descontroladas de escapar, incentivada pelo estado de pânico, podendo durar vários minutos e em casos severos podem variar de 1 a várias horas, dependendo do tempo que dure o estímulo (barulho provocado por fogos durante a Copa do Mundo).



Adaptado de texto de Virgínia Bagés, Argentina




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Para minimizar este sofrimento, indicamos abaixo a receita de florais da terapeuta Martha Follain:



Florais de Bach



ATENÇÃO: Quando for mandar manipular a fórmula Floral, lembre de avisar que a mesma não poderá conter CONSERVANTES, portanto, O ÁLCOOL, A GLICERINA E O VINAGRE DE MAÇÃ estarão FORA! Nesta fórmula, somente poderá entrar ÁGUA MINERAL, e, embora, nas farmácias de manipulação costumem dizer que esta fórmula só dura dois dias, NA GELADEIRA, ela durará QUINZE DIAS, com certeza! Mande fazer, em qualquer farmácia de manipulação (aquela que avia receitas):


RESCUE + CHERRY PLUM + ROCK ROSE + MIMULUS + VERVAIN + SWEET CHESTNUT



DOSAGEM

Para aves pequenas: 2 gotas da fórmula, 4 vezes ao dia, pode ser colocada no bebedouro;
Para aves médias: 4 gotas da fórmula, 4 vezes ao dia, pode ser colocada no bebedouro;
Para cães de pequeno e médio porte e gatos: 4 gotas da fórmula, 4 vezes ao dia, diretamente na boquinha;
Para cães de grande porte e gigantes: 6 gotas, 4 vezes ao dia, diretamente na boquinha de seu amigão;
Para cavalos ou animais de grande porte: 10 gotas, 4 vezes ao dia, para cada litro.
Para se ter absoluto sucesso no tratamento, é interessante que se tenha continuidade no mesmo, não esquecendo de ministrar as gotinhas regularmente. Aconselha-se a começar o tratamento, pelo menos, 5 dias antes do natal e estendê-lo até o dia 3 de janeiro, já que algumas pessoas insistem em prolongar a barulheira!




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IDENTIFIQUE OS ANIMAIS SOB SUA GUARDA



Vamos estimular o uso constante e obrigatório de qualquer tipo de IDENTIFICAÇÃO ANIMAL:



O responsável pelo animal deve fazer uma plaqueta, colocar um pedaço de esparadrapo, escrever na coleira bem forte, o nome do animal e telefone para contato em caso de fuga inesperada!


Isso facilitará a localização do animal!



A quantidade de anúncios de animais desaparecidos é enorme e cada vez maior, todos sem identificação!

A Copa do Mundo está próxima, os fogos de artifício, rojões, etc, assustarão muitos animais!



A fuga pode acontecer por muitos motivos: um descuido no portão, trovões, fêmeas no cio (quando o animal não está castrado!), maus-tratos, etc.



Daí a importância de todos os animais de estimação, usarem mesmo em casa, sempre, identificação fixada na coleira!!



* Adaptado de mensagem de Patrícia.




Para receber este informativo, escreva para
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