sexta-feira, 26 de setembro de 2014
quinta-feira, 11 de setembro de 2014
Veja bem, isso é o futuro!! Teste em animais, nunca mais!
Sem fazer testes em animais, Lush conquista clientes fiéis pelo mundo
Empresa aposta na fabricação e venda de cosméticos quase 100% naturais.
Companhia também investe pesado em campanhas pela defesa de animais.
Não quero testar em um rato, porque não será dado para um rato. Vai ser dado para um ser humano"
Andy Bennett, diretor do Frame Laboratory
Este ano, a União Europeia proibiu a indústria de cosméticos de fazer testes em animais, seja para produtos finalizados ou ingredientes. A medida é resultado de 20 anos de negociações. Com a nova lei, os governos e as empresas saíram atrás de alternativas. Um laboratório de Nottingham, no norte daInglaterra, só faz experimentos com células humanas. “Não quero testar em um rato, porque não será dado para um rato. Vai ser dado para um ser humano”, defende Andy Bennett,
Companhia também investe pesado em campanhas pela defesa de animais.

As receitas da vovó ajudaram a Lush a construir um império de cosméticos naturais. A empresa – que não usa testes em animais e leva a ética ao extremo, a ponto de ser confundida com uma ONG – existe desde 1995, mas a semente foi plantada muito antes. No fim da década de 70, Mark Constantine começou a produzir cosméticos em casa e virou fornecedor da Body Shop, companhia britânica que é líder de mercado de produtos de beleza naturais.
Quando a Body Shop abriu capital na bolsa de valores, Mark decidiu se afastar e fundou a Cosmetics to Go, que vendia cosméticos pelo correio. “Conseguimos £ 9 milhões em quase três anos. Então, falimos”, relembra o empresário. Como muitos clientes e fornecedores o encorajaram a voltar ao mercado, ele criou a Lush.
O plano era abrir cinco lojas em Londres e oferecer produtos feitos basicamente de frutas e legumes, a maioria sem embalagem. A estratégia deixou o próprio fundador receoso. “Achei que o público nunca fosse entender. Tenho que admitir que, olhando para trás, cheguei a pensar ‘Você é um tolo, fez besteira’”, conta Mark.
A Lush tem mais de 900 lojas em 51 países. O sucesso é atribuído à filosofia da empresa: produtos quase 100% naturais e, em vez de bichos, testes feitos em voluntários, que não cobram nada e ainda fazem fila para servir de cobaias. “Usamos em nós mesmos por meses. E, depois, começa o processo formal com um painel de testes”, explica a diretora de ética, Hilary Jones.
Não quero testar em um rato, porque não será dado para um rato. Vai ser dado para um ser humano"
Andy Bennett, diretor do Frame Laboratory
Este ano, a União Europeia proibiu a indústria de cosméticos de fazer testes em animais, seja para produtos finalizados ou ingredientes. A medida é resultado de 20 anos de negociações. Com a nova lei, os governos e as empresas saíram atrás de alternativas. Um laboratório de Nottingham, no norte daInglaterra, só faz experimentos com células humanas. “Não quero testar em um rato, porque não será dado para um rato. Vai ser dado para um ser humano”, defende Andy Bennett, diretor do Frame Laboratory.
Há apenas três laboratórios no Reino Unido como este. Eles são financiados por ONGs, pelo governo e, cada vez mais, por empresas. As alternativas para testes em animais têm atraído principalmente fabricantes de cosméticos, remédios, alimentos e pesticidas, mas não é um processo barato. A estrutura custou o equivalente a R$ 1,75 bilhão e, para que uma técnica seja aprovada pelas autoridades, é preciso cinco anos de pesquisa e a prova de que é mais eficiente do que o teste em animais.
A Lush não tem planos de usar as alternativas e prefere seguir com ingredientes frescos e a ajuda de voluntários. Mesmo assim, a empresa oferece um prêmio de £ 250 mil para projetos de pesquisa nesta área. A banca de juízes do Lush Prize é composta por cientistas, funcionários e ativistas.
Retorno ao Brasil em 2014
De olho em um consumidor mais exigente e em um dos mercados mais promissores do mundo, que cresce – em média – 8,5% ao ano, a Lush tem planos de voltar a Brasil no ano que vem. A empresa já teve uma experiência que não deu certo. Foram abertas mais de 20 lojas com um parceiro local, até que surgiram dificuldades de importação e um excesso de dívidas, que resultaram na saída do país em 2006.
Para evitar novos desentendimentos, a Lush mudou a estratégia de expansão. Só procura sócios onde a legislação exige. Do contrário, prefere manter o controle sobre as novas lojas. “Somos uma empresa privada. Podemos optar por uma visão de longo prazo, dar um tempo para que o negócio cresça da maneira certa”, avalia o diretor de mercados emergentes, Karl Bygrave.
Um dos maiores desafios da Lush está do outro lado do mundo: a China, cujo mercado de cosméticos cresce 13,5% ao ano. Só que o país exige que tudo seja testado em animais, o que tem atrapalhado a expansão de companhias que abandonaram a prática e ainda não abriram nenhuma loja para lá. Bygrave acredita que a regulamentação do país vai mudar em três anos. A aposta vem do lobby feito nos bastidores e de uma legião de chineses ávidos por novos produtos.
Em campanha contra a matança de tubarões, Lush vestiu uma mulher de sereia e a pendurou, com anzóis, na vitrine de uma de suas lojas. Ativismo ajuda empresa conquistar clientes. (Foto: Reprodução/GloboNews)
Silenciosa, a campanha é diferente da que a Lush está acostumada a fazer, quando, por exemplo, pendura pessoas com anzóis na vitrine para protestar contra a matança de tubarões. Por ano, a empresa investe £ 1 milhão em campanhas, mas a audácia tem limite. “Tentamos medir o que falamos dependendo do território. Não somos muito barulhentos na Rússia. Não queremos todos os nossos funcionários presos. Tendemos a refletir o país com quem negociamos e tentamos contribuir com eles”, afirma o fundador, Mark Constantine.
O ativismo ajuda a conquistar clientes fiéis. Estabelecida em boa parte do mundo, a Lush quer agora diminuir o ritmo e investir na qualidade do serviço. No último ano fiscal, a empresa faturou aproximadamente R$ 1,37 bilhão, um aumento de 20% em relação ao período anterior. Com bons resultados, Mark não se preocupa com os concorrentes; os mais de 30 anos de experiência o tornaram um dos poucos a dominar a fabricação de cosméticos naturais. O nicho é inspirado em receitas do passado, mas a expectativa é de ainda mais dinheiro no futuro.
fonte: http://g1.globo.com/globo-news/noticia/2013/11/sem-fazer-testes-em-animais-lush-conquista-clientes-fieis-pelo-mundo.html
Cadeirinha para cãodeirantes - Para fazer em casa, com baixo custo!!
Essa é uma cadeirinha para um cão tetraplégico ou seja, sem o movimento das 4 patas....já se for um cão paraplégico somente com 2 patas sem movimento, a cadeirinha deve ser adaptada, por exemplo se não mexer mais as patinhas da parte de trás, então deve somente ter rodinhas na parte de trás.........fácil né?
Se você tem um cãozinho que precisa de uma cadeira dessa ou conhece alguém que tenha, está é uma ótima dica! com 100,00 você faz uma cadeirinha como essa em casa. Só com sua força de vontade!! :)
Vamo lá ajudar esses pequenos que tem mta alegria em viver!!
MATERIAL
- Duas barras de cano PVC 20mm de 3 metros de comprimento cada
- Quatro rodinhas de carrinho de feira
- Oito cotovelos para cano de PVC 20mm
- Quatro “Ts” para cano de PVC 20mm
- Dois eixos (barra rosqueada de aço) de 1 metro de comprimento cada
- Quatro porcas e arruelas do tamanho da barra rosqueada
- Toalha ou tecido firme para segurar o corpo do cão
- Agulha e linha de costura
- Serrote para cano PVC
- Furadeira com broca para a medida das barras de ferro
- Lixa fina
- Trena
- Tesoura
Informações gerais: não será utilizada cola. Apenas o encaixe dos canos com os cotovelos e os T’s é suficiente e seguro. Será necessário lavar a toalha ou o tecido que segura o corpo do cão, portanto, o carrinho deverá ser montado para ser facilmente desmontado.
PASSO A PASSO
TUTORIAL
1. Com a trena, meça as distâncias entre a base da cauda do cachorro até a cabeça (medida #1) e entre a axila e o pé, com a pata semi-estendida (medida #2). Meça a traseira do cão (medida #3). Anote todas as medidas.
2. Pegue os canos e, com o serrote, corte dois pedaços da medida #1. Se ficarem cantos pontiagudos, lixe as pontas. Reserve. Depois, corte quatro pedaços de cano com a medida #2. Reserve também. Corte dois pedaços do restante dos canos com a medida #3.
3. Pegue quatro cotovelos e fure-os no sentido indicado na foto abaixo. Verifique se o furo é suficiente para passar a barra rosqueada.
4. Meça no cachorro a distância entre as patas, como se ele estivesse em pé. Com a toalha ou o tecido estendido, marque com um círculo a localização da cada pata e, com uma tesoura, corte em círculos as aberturas para cada uma. Verifique a grossura da coxa do seu cão para não prender a circulação do sangue. Com a linha de costura e a agulha, faça o acabamento de cada abertura
5. Com o tecido em mãos e já com as aberturas para as patas finalizadas, corte-o com uma folga de, pelo menos, 25 centímetros de borda ao lado, a partir das aberturas das patas, e 10 centímetros à frente e atrás. Costure o tecido nos dois canos de PVC que têm a medida #1. Esta será a sustentação do cão, portanto, faça costura com linha dupla e muito reforço.
6. Para a montagem, pegue os cotovelos inteiros e os furados, os T’s e todas as partes cortadas dos canos de PVC, incluindo os dois maiores já com o tecido costurado.
Figura 1: encaixe um cotovelo inteiriço em cada um dos cantos dos canos com o tecido.
Figura 2: À frente, nos cotovelos, encaixe dois canos com a medida #2, depois dois T’s e, na transversal, um dos canos com a medida #3 (para sustentação do peso). Ao final, encaixe dois canos com a medida #2 e conclua encaixando dois cotovelos furados. Faça o mesmo na parte traseira.
7. Na finalização, pegue as duas barras de aço e passe pelos furos dos cotovelos da frente e da traseira da cadeirinha. Passe as rodinhas e encaixe-as nos cotovelos. Insira as arruelas e as porcas para manter as rodas firmes porém girando. Serre as sobras dos canos. Ao final da porca, coloque um arame torcido bem pequeno para a porca não girar até escapar.
Para paraplégicos, o modelo deve ser adaptado, pois não são necessárias as rodas da frente.
Prontaaa para seu bichinho correr!! ele vai ficar muito feliz!!! nada de sacrificar pq não anda!! isso é um ABSURDO!!
Fonte: http://vejasp.abril.com.br/blogs/bichos/2014/09/cadeira-rodas-cachorro-tetraplegico-tutorial-como-fazer/?utm_source=redesabril_vejasp&utm_medium=facebook&utm_campaign=vejasp
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