terça-feira, 9 de maio de 2017

Pingo!








Esse baby é o Pingo...

Vejam o vídeo :(
No começo do ano de 2017, vi uma postagem pedindo ajuda pra ele e nenhuma ajuda vinha.
Me propuz então a pagar uma vet pra ir até lá medicá-lo e enfim ver o que poderia ser feito para ajudá-lo.
E ela foi e tb se comoveu com o caso, com isso, divulgou nas redes socias e apareceu mtaaaaaaaa gente querendo ajudar, GRAÇAS A DEUS!

Hoje ele faz tratamento com fisio, e já fez acupuntura. Não sabemos a história dele, mas não tem nada na coluna.
Vamos torcer para que ele volta a andar melhor!! E, já está melhorando mtooo!

Ele está em lar temporário e quem tiver interesse em adotar só falar! é um anjinho mto bonzinho!

Só tenho a agradecer todos envolvidos, q são mtos!

OBrigada mesmo!!







Achei...

Oi Gente!!

Esse bebê eu encontrei em dezembro de 2016 na roda de um ônibus, resgatei e consegui uma ótima adoção!!

Achávamos q era garota masss qdo cresceu vimos q é um garotão!! rssss

O nome dele é bem chique: Hast Yoshimytsu (o seu pai é professor de jiu jtsu algo assim rs)

:)






quarta-feira, 4 de janeiro de 2017

É possível ensinar um cachorro a falar?


Chaser é uma cachorrinha da raça border collie que reconhece mais de 1.000 brinquedos pelo nome. Para conseguir este feito, o animal foi treinado por três anos por dois psicólogos americanos da Universidade de Wofford, nos Estados Unidos.
Enquanto isso, o vira-lata Walter entende os comandos de sua tutora, uma garotinha americana de apenas 10 anos, a partir da linguagem de sinais —ambos têm deficiência auditiva. Já Eclipse, uma labradora preta de Seattle, EUA, aprendeu como pegar ônibus sozinha (e descer sempre no ponto correto) para ir até o parque.
A inteligência desses cães é tão impressionante que só falta mesmo eles falarem. Mas seria realmente possível ensinar um cão a "conversar"? Bom, a verdade é que um cachorro, por mais treinado que seja, não consegue se expressar verbalmente usando a linguagem humana —ou seja, não podemos esperar que eles nos digam "bom dia", "como vai?", "quero água".
No entanto, quando bem treinado e condicionado, o animal é capaz de responder a comandos cada vez mais sofisticados usando o corpo, como mudanças na posição das orelhas, inclinações da coluna e alterações no olhar.

Sabe aquela máxima do adestramento: tudo é condicionamento para o cão, estamos ensinando coisas para ele o tempo todo? É nessa troca constante que eles tentam nos transmitir, de forma mais ou menos intencional, suas emoções, sentimentos e até desejos.
"Eles já falam com a gente o tempo todo, só precisamos prestar mais atenção e tentar deixar essa comunicação mais clara", diz Alexandre Rossi, também conhecido como Dr. Pet e especialista em comportamento animal.
O especialista é dono da Estopinha, uma cachorra adotada que também é um bom exemplo de como o treinamento e o reforço da comunicação ajuda o "diálogo" entre cães e humanos. Entre outras coisas, ela sabe pedir comida (morde o ar), recusa algo que não quer (vira o focinho para o lado) e até "fala" com seu tutor via internet (pelo Skype, programa de troca de mensagens).
Essa habilidade tecnológica foi apresentada por Rossi recentemente em um congresso nos Estados Unidos. "Meu objetivo era demonstrar que os cães podem sim reconhecer nossa voz e obedecer a comandos via Skype ou celular, desde que isso impacte de maneira real na vida deles", disse. Cada vez que obedecia um comando, a Estopinha ganhava um petisco.
Para isso, uma máquina foi ligada ao computador. Quando a cachorra responde ao comando corretamente, Rossi pressiona uma tecla e o mecanismo libera o petisco em um recipiente que fica logo abaixo do computador usado pela cachorra.

Todo cachorro pode aprender a se comunicar melhor?

A qualidade da resposta e o tempo em que o cão vai demorar para afinar sua comunicação com o dono pode variar muito de acordo com a raça e sua história de vida. Cães de canil, por exemplo, passam muito tempo sozinhos e sem interação com humanos. Por isso, eles têm, por pura falta de experiência, mais dificuldade em se comunicar com a gente. 
Algumas raças, como o border collie, já são intrinsecamente mais eficientes nessa dinâmica. Além da sua inteligência nata, eles contam com outra vantagem: uma grande capacidade de prestar atenção no dono. Ainda passam mais tempos ativos e acordados – o que leva a um maior tempo de aprendizagem.
Uma dica dada pelos especialistas é modelar a linguagem com objetos e comportamentos espontâneos (não adestrados).
Os cães podem, por exemplo, carregar um pote de ração quando estão com fome. Se você responder (oferecendo algo em troca), é provável que ele consiga extrapolar o comportamento e carregar também um pote de água quando estiver com sede. Com o tempo e as interações, o cachorro acaba evoluindo na linguagem e no treinamento.
Mas não se iluda: apesar de entenderem muito bem entonação, frases e palavras que influenciam na vida prática deles, os cachorros não conseguem entender praticamente nada do que está acontecendo quando tomam uma bronca por algo que fizeram mais cedo. E isso vale mesmo que a gente mostre o objeto envolvido na situação (ou a urina no meio do tapete da sala). E como não entendem, também não têm a sensação de culpa que juramos ver estampada em sua expressão. 
Fonte: http://noticias.uol.com.br/ciencia/ultimas-noticias/redacao/2016/12/06/clique-ciencia-e-possivel-ensinar-um-cachorro-a-falar.htm

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Aiiiiiiiii já pensou eles falando??
seria mais q demais!!!
:)
R.E.M.

quarta-feira, 27 de julho de 2016

Para adoção!!



Contato comigo!! rafaelamael@gmail.com

Doenças de praia, rios, lagos...


Você mora na praia? Perto de rios, lagos? Vai viajar para algum lugar assim? Se você tem um cachorro, você precisa se inteirar sobre essa doença!

Bom, a doença é causada por uma larva que se desenvolve dentro do coração dos cães. Por isso esse nome popular: verme do coração. Esse verme cresce alojado ali, e chega a medir várias dezenas de centímetros! Seu nome é Dirofilária e, por isso, o nome da doença é Dirofilariose.
O que a doença provoca? Bem, o verme ocupa um espaço no coração e nos vasos sanguíneos, causando uma obstrução à passagem do sangue. Por conta disso, o coração tende a trabalhar mais, e com mais força. Essa sobrecarga de trabalho irá enfraquecê-lo, debilitando o animal – que pode até mesmo vir a morrer.
Contágio
O contágio do verme do coração se dá através da picada de um mosquito infectado. Este, por sua vez, fica infectado quando pica um animal já doente. E assim o ciclo se prolonga.
Importante destacar que o cachorro pode viver muito tempo – às vezes anos – até que a doença se manifeste.
Por isso, toda forma de prevenção é bem vinda! Ocorre que normalmente só se descobre a doença já numa fase avançada.
Estima-se que cerca de 8% dos cães do Brasil estejam infectados.
Sintomas
Quando o verme atinge a fase adulta, ele provoca no cachorro sintomas de insuficiência cardíaca, como os descritos abaixo:
Perda de peso
Cansaço
Tosse
Aumento do volume abdominal
Dificuldade em respirar
Falta de ânimo

Diagnóstico
Feita a observação dos sintomas e, na eventual possibilidade da doença, o passo a seguir é buscar a ajuda de um veterinário. Através de exames, ele irá procurar pela presença da larva na corrente sanguínea.
Aqui, vale outro destaque: é muito importante detectar a doença em seu início. Embora o tratamento possa eliminar o verme, os danos que ele causa ao coração podem ser permanentes.
Prevenção
Animais que vivem, ou que têm contato freqüente com praias correm maior risco de contaminação. Isso porque o mosquito transmissor da doença adora esses lugares – sim, não é apenas você quem gosta de praia! Aliás, represas, rios e lagos, também são áreas potencialmente perigosas!
Por isso, se você e seu pet moram ou viajam para a praia com regularidade, é bom ouvir atentamente o conselho: faça um tratamento preventivo!
A prevenção contra o verme do coração passa pelo uso de medicamentos de uso contínuo, mensal. É simples, barato e fácil de administrar. Converse com seu veterinário de confiança para escolher qual o melhor medicamento para o seu animal.

quinta-feira, 24 de março de 2016

?

Vi esse post no face, e não sei como essa foto foi parar aí, mas o cachorro "invisível", não era invisível não viu? Ele era meu!
Adotamos ele, ficava o dia todo na minha rua, e tinha dono que não o queria mais porque simplesmente ele cresceu! :(  é mole?? pq pega?????
Enfim, ele já se foi fazem uns 4 anos...e agora vejo esse post......
Vai entender...
?

Interessante...


Bem te vi

Ahhh olha que fofo!!!!
Apareceu em casa, sem voar até hoje não sei o porquê...mas cuidei dele com mto carinho...
até que depois de 15 dias....ele voou e me deixou! ahhhhhhhhhhhhhh já tinha me apegado!
Mas fiquei feliz em vê-lo livre e conseguindo voar! :)

Guardo aqui mais essa recordação animalística da minha vida rs




Outro caso que ajudei....

De novo...mais um caso que ajudei, e ainda ajudo.........pois essas meninas estão para adoção!!
Alguém tem interesse aí???

São fofas e carentes!
Foram abandonadas pelo dono, que as amava muito, mas ele morava com o irmão de aluguel, e foram despejados.
Sem poder levá-las para o apartamento, teve que deixá-las na rua, com uma casinha improvisada conforme nas fotos abaixo.
Como moro perto, fiquei sabendo e puts já viu né?
Tentei adotantes e nada.....então consegui um lar temporário que estão até hoje, mas precisam de um lar.
São dóceis, estão agora castradas e vacinas e se dão bem com outros cachorros.
Agradeço imensamente o Alexandre Rangel que atendeu o meu apelo pois não tinha onde deixá-las e cedu um espacinho pra elas. Nas ruas não ia dar certo, correriam risco de serem atropeladas ou pegar cria, fora a carência que estavam, pois sentiam falta do dono. Era de cortar o coração.
Mas agora estão bem, só que precisam de um lar.



Mais alguns animais que ajudei....

Como eu já disse, uso esse blog para compartilhar informações e dicas de animais...
Mas também, uso como um arquivo pessoal meu para guardar recordações do que já pude fazer para ajudar esses seres iluminados por Deus.
Hoje tem mais esses casos....ownnn

Esse é o Pitter!
Um cachorrinho que mora na favela do meu bairro e veio até a porta da minha casa "do nada", quando eu e uma outra protetora estávamos conversando na rua.
Logo que ele chegou, fui brincar com ele e percebi que estava mancando...quando vi, estava com um tumor grande no pipi....
Já com o coração na mão, resolvemos segui-lo, descobrimos e falamos com o dono se nos permitia a tratar dele...e ele permitiu.
Com ajuda de rifas, doações e comidinhas, conseguimos levantar o tratamento dele que ficou em torno de 800,00 + castração!!! Hoje ele está super bem!!!
Nada é por acaso...e eu agradeço de coração todos que doaram grana, compraram rifas e me ajudaram indo lá!!
Agradeço a minha prima Juliana que foi comigo todos os dias alimentá-lo, a protetora Roselaine que me ajudou muito também com rifa e indo lá e a veterinária Ana Paula que não mediu esforços para ajudar esse fofo!
E ele é tão sortudo, que ganhou até casinha da Sil!!! :) obrigada Sil!


MEU PET PODE PEGAR DENGUE OU ZIKA VÍRUS??

Você tinha dúvidas?? eu também!
Ótimo informativo!



*Dados da revista Petcamp março 2016

DICAS PARA UM PASSEIO SEGURO



Seguem algumas dicas bacanas para levar nossos bebês dogs para passear...

*Dados da revista Petcamp março 2016

segunda-feira, 22 de junho de 2015

Toxoplasmose...Fama descabida: o gato não é o vilão da toxoplasmose, dizem especialistas

A fama vem de longe. Falou em gato e gravidez, a toxoplasmose 
sempre termina pautando a conversa.

A psicóloga Juliana Mattoso Del Vigna, 40, adotou a gata Dadá quando o filho João tinha apenas um ano. Quando foi engravidar do segundo filho, muitas pessoas a questionaram sobre o perigo do animal. Mas ela conta que não teve medo. "Eu não ia me desfazer da minha gata por causa da gravidez, é uma questão de esclarecimento".
Arquivo pessoal
A psicóloga Juliana Del Vigna, 40, amamenta o filho Luca ao lado da gata Dadá
"A médica disse que, antes de engravidar, eu teria que fazer uns exames para ver se poderia ficar com meu gato", lembra a  jornalista Raquel Drehmer, 38. Ela também relutou em se desfazer de Fofão e preferiu procurar outra ginecologista. No fim, não precisou abrir mão do bichano, que  logo mais fará companhia para seu bebê, previsto para nascer no começo de julho. 
A toxoplasmose é motivo de preocupação para quem engravida. Principalmente durante o primeiro trimestre da gestação, ela pode causar, por exemplo, retardo mental e cegueira. E, segundo o veterinário-chefe do Vet Quality, Cauê Toscano, o gato é o único hospedeiro que consegue eliminar a forma infectante da doença, pelas fezes. "Mas é uma fama que acabou sendo criada, infelizmente, que não corresponde a realidade."
Arquivo pessoal
A jornalista Raquel Drehmer, 38, com o marido Augusto e o gato Fofão
O gato não é o grande vilão da doença, explica o infectologista Celso Granato, professor da Universidade Federal de São Paulo e assessor médico do laboratório Fleury, porque não é o principal culpado pela disseminação. 
"O ciclo do protozoário toxoplasma gondii tem que passar pelo gato, mas o animal leva uma culpa maior do que merece. O que acontece na prática é que há mais chances de se contrair a doença tomando água contaminada, comendo carne vermelha crua, salada e usando utensílios contaminados", ressalta.
Além disso, diz Toscano, o cisto da toxoplasmose só é liberado durante até três semanas da infecção do gato. "Então teria que coincidir o gato contaminado com a doença no momento da gestação da mulher e, durante estas três semanas, ela ter algum problema de higiene que fizesse com que tivesse contato com o protozoário. Passadas as três semanas, mesmo que o animal esteja infectado, ele não vai liberar o cisto."
O veterinário também explica que o cisto, depois de eliminado, precisa de pelo menos 24 horas para se tornar infectante, então uma pessoa que limpa a caixa de areia do gato todos os dias não permite que o prazo de evolução se complete. 
O infectologista destaca ainda que o número de casos de toxoplasmose caiu expressivamente nos últimos 30 anos, diminuindo o risco de contágio.
"Passamos a comer bem mais carne congelada, e o congelamento mata o cisto do toxoplasma. A água também é muito mais tratada do que antigamente, e, o último fator, é que a maioria dos gatos de estimação dos dias de hoje é alimentada com ração. Se eles não saem para caçar não pegam doença e, consequentemente, não transmitem para as pessoas", explica.
"Os gatos em casa não apresentam perigo, basta tomar cuidado com a higiene e a alimentação", defende Granato, que até pouco tempo tinha dois felinos em casa.

Fonte: http://noticias.uol.com.br/saude/ultimas-noticias/redacao/2015/06/21/o-gato-nao-e-o-vilao-da-toxoplasmose-diz-infectologista.htm

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Viu só!??!
:)

R.E.M

Crianças e a convivência com animais :)

Algumas pesquisas da Universidade de Melbourne –Austrália apontaram que as crianças que tiveram algum tipo de animal até a idade de cinco anos, posteriormente se tornaram 
mais resistentes a algumas doenças. Enquanto isso, aquelas que não tiveram a experiência de ter um animalzinho de estimação, estavam mais propensas a desenvolver alergia e infecções de ordem respiratória.
Outro estudo comprova que problemas respiratórios começam a se desenvolver na adolescência. O fato de respirar o pó de casinhas de cachorros e até pelos de gatos, demonstraram que o organismo humano desencadeia uma proteção natural conta o vírus RSV, 
responsável por diversas infecções e problemas respiratórios. Além do que, animais ensinam crianças desde pequenas a terem responsabilidades e o amor incondicional.






quinta-feira, 11 de setembro de 2014

Veja bem, isso é o futuro!! Teste em animais, nunca mais!

Sem fazer testes em animais, Lush conquista clientes fiéis pelo mundo

Empresa aposta na fabricação e venda de cosméticos quase 100% naturais.
Companhia também investe pesado em campanhas pela defesa de animais.



Não quero testar em um rato, porque não será dado para um rato. Vai ser dado para um ser humano"
Andy Bennett, diretor do Frame Laboratory







Este ano, a União Europeia proibiu a indústria de cosméticos de fazer testes em animais, seja para produtos finalizados ou ingredientes. A medida é resultado de 20 anos de negociações. Com a nova lei, os governos e as empresas saíram atrás de alternativas. Um laboratório de Nottingham, no norte daInglaterra, só faz experimentos com células humanas. “Não quero testar em um rato, porque não será dado para um rato. Vai ser dado para um ser humano”, defende Andy Bennett,

Companhia também investe pesado em campanhas pela defesa de animais.

As receitas da vovó ajudaram a Lush a construir um império de cosméticos naturais. A empresa – que não usa testes em animais e leva a ética ao extremo, a ponto de ser confundida com uma ONG – existe desde 1995, mas a semente foi plantada muito antes. No fim da década de 70, Mark Constantine começou a produzir cosméticos em casa e virou fornecedor da Body Shop, companhia britânica que é líder de mercado de produtos de beleza naturais.
Quando a Body Shop abriu capital na bolsa de valores, Mark decidiu se afastar e fundou a Cosmetics to Go, que vendia cosméticos pelo correio. “Conseguimos £ 9 milhões em quase três anos. Então, falimos”, relembra o empresário. Como muitos clientes e fornecedores o encorajaram a voltar ao mercado, ele criou a Lush.
O plano era abrir cinco lojas em Londres e oferecer produtos feitos basicamente de frutas e legumes, a maioria sem embalagem. A estratégia deixou o próprio fundador receoso. “Achei que o público nunca fosse entender. Tenho que admitir que, olhando para trás, cheguei a pensar ‘Você é um tolo, fez besteira’”, conta Mark.
A Lush tem mais de 900 lojas em 51 países. O sucesso é atribuído à filosofia da empresa: produtos quase 100% naturais e, em vez de bichos, testes feitos em voluntários, que não cobram nada e ainda fazem fila para servir de cobaias. “Usamos em nós mesmos por meses. E, depois, começa o processo formal com um painel de testes”, explica a diretora de ética, Hilary Jones.
Não quero testar em um rato, porque não será dado para um rato. Vai ser dado para um ser humano"
Andy Bennett, diretor do Frame Laboratory
Este ano, a União Europeia proibiu a indústria de cosméticos de fazer testes em animais, seja para produtos finalizados ou ingredientes. A medida é resultado de 20 anos de negociações. Com a nova lei, os governos e as empresas saíram atrás de alternativas. Um laboratório de Nottingham, no norte daInglaterra, só faz experimentos com células humanas. “Não quero testar em um rato, porque não será dado para um rato. Vai ser dado para um ser humano”, defende Andy Bennett, diretor do Frame Laboratory.
Há apenas três laboratórios no Reino Unido como este. Eles são financiados por ONGs, pelo governo e, cada vez mais, por empresas. As alternativas para testes em animais têm atraído principalmente fabricantes de cosméticos, remédios, alimentos e pesticidas, mas não é um processo barato. A estrutura custou o equivalente a R$ 1,75 bilhão e, para que uma técnica seja aprovada pelas autoridades, é preciso cinco anos de pesquisa e a prova de que é mais eficiente do que o teste em animais.
A Lush não tem planos de usar as alternativas e prefere seguir com ingredientes frescos e a ajuda de voluntários. Mesmo assim, a empresa oferece um prêmio de £ 250 mil para projetos de pesquisa nesta área. A banca de juízes do Lush Prize é composta por cientistas, funcionários e ativistas.
Retorno ao Brasil em 2014
De olho em um consumidor mais exigente e em um dos mercados mais promissores do mundo, que cresce – em média – 8,5% ao ano, a Lush tem planos de voltar a Brasil no ano que vem. A empresa já teve uma experiência que não deu certo. Foram abertas mais de 20 lojas com um parceiro local, até que surgiram dificuldades de importação e um excesso de dívidas, que resultaram na saída do país em 2006.
Para evitar novos desentendimentos, a Lush mudou a estratégia de expansão. Só procura sócios onde a legislação exige. Do contrário, prefere manter o controle sobre as novas lojas. “Somos uma empresa privada. Podemos optar por uma visão de longo prazo, dar um tempo para que o negócio cresça da maneira certa”, avalia o diretor de mercados emergentes, Karl Bygrave.
Um dos maiores desafios da Lush está do outro lado do mundo: a China, cujo mercado de cosméticos cresce 13,5% ao ano. Só que o país exige que tudo seja testado em animais, o que tem atrapalhado a expansão de companhias que abandonaram a prática e ainda não abriram nenhuma loja para lá. Bygrave acredita que a regulamentação do país vai mudar em três anos. A aposta vem do lobby feito nos bastidores e de uma legião de chineses ávidos por novos produtos.
GloboNews - Lush - Tubarão (Foto: GloboNews)Em campanha contra a matança de tubarões, Lush vestiu uma mulher de sereia e a pendurou, com anzóis, na vitrine de uma de suas lojas. Ativismo ajuda empresa conquistar clientes. (Foto: Reprodução/GloboNews)
Silenciosa, a campanha é diferente da que a Lush está acostumada a fazer, quando, por exemplo, pendura pessoas com anzóis na vitrine para protestar contra a matança de tubarões. Por ano, a empresa investe £ 1 milhão em campanhas, mas a audácia tem limite. “Tentamos medir o que falamos dependendo do território. Não somos muito barulhentos na Rússia. Não queremos todos os nossos funcionários presos. Tendemos a refletir o país com quem negociamos e tentamos contribuir com eles”, afirma o fundador, Mark Constantine.
O ativismo ajuda a conquistar clientes fiéis. Estabelecida em boa parte do mundo, a Lush quer agora diminuir o ritmo e investir na qualidade do serviço. No último ano fiscal, a empresa faturou aproximadamente R$ 1,37 bilhão, um aumento de 20% em relação ao período anterior. Com bons resultados, Mark não se preocupa com os concorrentes; os mais de 30 anos de experiência o tornaram um dos poucos a dominar a fabricação de cosméticos naturais. O nicho é inspirado em receitas do passado, mas a expectativa é de ainda mais dinheiro no futuro.


fonte: http://g1.globo.com/globo-news/noticia/2013/11/sem-fazer-testes-em-animais-lush-conquista-clientes-fieis-pelo-mundo.html

E, tem mesmo viu? ou você ainda não sabe disso?


Encontrei a minha ídala - Luisa Mell!!



Cadeirinha para cãodeirantes - Para fazer em casa, com baixo custo!!


Essa é uma cadeirinha para um cão tetraplégico ou seja, sem o movimento das 4 patas....já se for um cão paraplégico somente com 2 patas sem movimento, a cadeirinha deve ser adaptada, por exemplo se não mexer mais as patinhas da parte de trás, então deve somente ter rodinhas na parte de trás.........fácil né?
Se você tem um cãozinho que precisa de uma cadeira dessa ou conhece alguém que tenha, está é uma ótima dica! com 100,00 você faz uma cadeirinha como essa em casa. Só com sua força de vontade!! :)

Vamo lá ajudar esses pequenos que tem mta alegria em viver!!


MATERIAL



- Duas barras de cano PVC 20mm de 3 metros de comprimento cada
- Quatro rodinhas de carrinho de feira
- Oito cotovelos para cano de PVC 20mm
- Quatro “Ts” para cano de PVC 20mm
- Dois eixos (barra rosqueada de aço) de 1 metro de comprimento cada
- Quatro porcas e arruelas do tamanho da barra rosqueada
- Toalha ou tecido firme para segurar o corpo do cão
- Agulha e linha de costura
- Serrote para cano PVC
- Furadeira com broca para a medida das barras de ferro
- Lixa fina
- Trena
- Tesoura
Informações gerais: não será utilizada cola. Apenas o encaixe dos canos com os cotovelos e os T’s é suficiente e seguro. Será necessário lavar a toalha ou o tecido que segura o corpo do cão, portanto, o carrinho deverá ser montado para ser facilmente desmontado.
PASSO A PASSO
TUTORIAL
1. Com a trena, meça as distâncias entre a base da cauda do cachorro até a cabeça (medida #1) e entre a axila e o pé, com a pata semi-estendida (medida #2). Meça a traseira do cão (medida #3). Anote todas as medidas.
2. Pegue os canos e, com o serrote, corte dois pedaços da medida #1. Se ficarem cantos pontiagudos, lixe as pontas. Reserve. Depois, corte quatro pedaços de cano com a medida #2. Reserve também. Corte dois pedaços do restante dos canos com a medida #3.
3Pegue quatro cotovelos e fure-os no sentido indicado na foto abaixo. Verifique se o furo é suficiente para passar a barra rosqueada.



4. Meça no cachorro a distância entre as patas, como se ele estivesse em pé. Com a toalha ou o tecido estendido, marque com um círculo a localização da cada pata e, com uma tesoura, corte em círculos as aberturas para cada uma. Verifique a grossura da coxa do seu cão para não prender a circulação do sangue. Com a linha de costura e a agulha, faça o acabamento de cada abertura


5. Com o tecido em mãos e já com as aberturas para as patas finalizadas, corte-o com uma folga de, pelo menos, 25 centímetros de borda ao lado, a partir das aberturas das patas, e 10 centímetros à frente e atrás. Costure o tecido nos dois canos de PVC que têm a medida #1. Esta será a sustentação do cão, portanto, faça costura com linha dupla e muito reforço


6.  Para a montagem, pegue os cotovelos inteiros e os furados, os T’s e todas as partes cortadas dos canos de PVC, incluindo os dois maiores já com o tecido costurado.
Figura 1: encaixe um cotovelo inteiriço em cada um dos cantos dos canos com o tecido.

Figura 2: À frente, nos cotovelos, encaixe dois canos com a medida #2, depois dois T’s e, na transversal, um dos canos com a medida #3 (para sustentação do peso). Ao final, encaixe dois canos com a medida #2 e conclua encaixando dois cotovelos furados. Faça o mesmo na parte traseira.



7. Na finalização, pegue as duas barras de aço e passe pelos furos dos cotovelos da frente e da traseira da cadeirinha. Passe as rodinhas e encaixe-as nos cotovelos. Insira as arruelas e as porcas para manter as rodas firmes porém girando. Serre as sobras dos canos. Ao final da porca, coloque um arame torcido bem pequeno para a porca não girar até escapar.


Para paraplégicos, o modelo deve ser adaptado, pois não são necessárias as rodas da frente.

Prontaaa para seu bichinho correr!! ele vai ficar muito feliz!!! nada de sacrificar pq não anda!! isso é um ABSURDO!!

Fonte: http://vejasp.abril.com.br/blogs/bichos/2014/09/cadeira-rodas-cachorro-tetraplegico-tutorial-como-fazer/?utm_source=redesabril_vejasp&utm_medium=facebook&utm_campaign=vejasp