terça-feira, 17 de agosto de 2010

Vira- Latas! um Longa- metragem.........



Achei demaissssssssss esse projeto inclusive eu já até entrei em contato com o Diretor Tiago, que foi super legal comigo.
É um longa que vai ser lançado até o fim do ano e quando eu souber a data exata eu divulgo.
Falta esse tipo de iniciativa para conscientizar e despertar o respeito e a compaixão pelos bichinhos!
Parabéns Tiago! nós publicitários temos que fazer alguma coisa messsssmo!

Ah! quem quiser ver o teaser e o trailer acesse: www.vira-latas.com

:)



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A AMAES e o Caderno "Mundo Animal" estão apoiando o projeto cultural do publicitário paulista Tiago Ferigoli,que estará lançando em outubro, em rede nacional,o documentário longa-metragem "Vira-Latas - Os Verdadeiros Cães de Raça" ,interessante produção cinematográfica que se inspira na dura realidade dos cães de rua, os "vira-latas" , contextualizando o termo com a triste realidade humana que constrói uma sociedade cada vez mais vira-lata,no sentido do abandono, da discriminação,do preconceito, da desconsideração e de ausência de importantes valores éticos.

Vale a pena visitar o site do filme www.vira-latas.com e assistir ao trailer e ao teaser da produção.

Muito legal mesmo, produção muito bem feita, acho que muitos vão gostar.



RÔMULO-AMAES


Cães vira-latas são protagonistas de longa-metragem
Projeto conta ainda com a publicação de um livro, que além de retratar a vida dos animais, também incentiva a responsabilidade social.

Cães de muitaS raçaS ainda vivem pelas ruas em busca de um lar
Crédito:Divulgação/ Assessoria de Imprensa

Vistos com certo preconceito pela sociedade, os chamados “vira-latas” têm alcançado cada vez mais espaço no coração de donos amorosos. Mas os esforços de abrigos e centros de adoção ainda não são suficientes para mudar a realidade de milhares de cães e gatos que ainda vivem pelas ruas do Brasil e do mundo. E como a educação é uma das melhores formas de conscientizar a população sobre a importância de cuidarmos desses animais, há três anos, o publicitário Tiago Ferigoli tem investido no Projeto Vira-Latas.
Ele, que assina as fotografias da obra Vira-latas – Os Verdadeiros Cães de Raça, lançado em 2009, também se prepara para o documentário longa-metragem de mesmo nome, que tem estreia prevista para outubro de 2010. Segundo o diretor, o livro funcionou como um roteiro para o filme e ao mesmo tempo, o longa veio para complementar a mensagem contida no livro.
O filme traz depoimentos de personalidades como Ronnie Von, Heródoto Barbeiro e Danilo Gentili, além de outros profissionais que contam sua experiência com animais de rua. Ferigoli explica ainda que apesar das filmagens terem ocorrido em cidades como São Paulo, Rio de Janeiro, Campinas e São José dos Campos, um dos objetivos foi não caracterizar nenhuma região, já que a realidade de cães de rua está presente em todo o Brasil e mundo. “As cidades serviram como plano de fundo para uma mensagem muito maior, uma mensagem de cidadania, de responsabilidade social”.
Para criador do projeto, ser vira-latas é estar abandonado e lutar para sobreviver em uma sociedade repleta de preconceitos
Crédito: Divulgação/ Assessoria de Imprensa

O projeto
O diretor conta que sempre teve contato com cachorros, e que sabe muito bem o quanto estes animais nos ensinam, mas foi apenas depois de desenvolver o Projeto Vira-Latas que sua visão se expandiu. “Agora entendo o quanto estamos todos interligados. Só quando entramos em contato com estes cães é que compreendemos o significado de vira-latas”.
Nesse sentido, Ferigoli deixa claro o que entende com o termo, e explica que foi só quando compreendeu seu significado que seu projeto pôde ser desenvolvido. “Vira-lata significa estar abandonado, ter que lutar para sobreviver, sofrer de preconceito. Não tem a ver com a raça do animal, a não ser a raça pela sobrevivência”.
O comediante Danilo Gentili é uma das personalidades que integram o elenco do documentário /Crédito: Divulgação/ Assessoria de Imprensa

O Projeto, que não tem objetivo de ser filantrópico, é auto-suficiente, e utiliza sua própria renda para continuar promovendo informações para a sociedade. Ferigoli destaca que ao compreender o que é ser vira-lata, é possível aplicar o termo a questões que muitos seres humanos passam no dia a dia. Ou seja, ao tomar consciência do universo em que vivem os animais abandonados, de certa forma, a população também entende a situação de pessoas desamparadas e tem a oportunidade de fazer algo a respeito.
Segundo ele, assim como muitos que moram nas ruas, o cão não está lá por que ele quer, mas o “é resultado do que nós fizemos e ainda fazemos, direta ou indiretamente, seja no trabalho, na educação que damos aos nossos filhos ou no respeito que temos pelo próximo”.
Ficha técnica
Vira-Latas – Os Verdadeiros Cães de Raça
Lançamento: outubro de 2010
Direção: Tiago Ferigoli
Duração: aprox. 60 min.
Elenco: Heródoto Barbeiro, Danilo Gentili, Ronnie Von
Site: www.vira-latas.com
Fonte: PetMag

Não vá em circos que usam animais!!! Leia isso....



ANIMAIS SÓ SÃO DOMINADOS PELA DOR!





OS ELEFANTES



L Antes de chegarem no Circo, passam por meses de tortura. São amarrados sentados, numa jaula onde não podem se mexer, para que o peso comprima os órgãos internos e cause dor.



L Levam surras diárias, ficam sobre seus próprios excrementos, até que seu "espírito seja quebrado" e passem a obedecer.



L Elefantes se comunicam, vivem em grupos com papéis sociais definidos. São extremamente inteligentes. Ficam de luto por seus mortos e são capazes de reconhecer um familiar, mesmo tendo sido separados deles quando filhotes.



L Sofrem de problemas nas patas por falta de exercício, pois na natureza elefantes andam dezenas de Kilômetros diariamente.



L No Circo os elefantes permanecem acorrentados o tempo inteiro. Mexer constantemente a cabeça é uma das características de neurose de cativeiro.



LEÕES, TIGRES E OUTROS FELINOS



L De acordo com Henry Ringling North, em seu livro "The Circus Kings", os grandes felinos são acorrentados a seus pedestais e as cordas são enroladas em suas gargantas para que tenham a sensação de estarem sendo sufocados.



L São dominados pelo fogo e pelo chicote, golpeados com barras de ferro e queimados na testa, pelo menos, uma vez na vida, para que não se esqueçam da dor.



L Muitos têm suas garras arrancadas e as presas extraídas ou serradas.



L Passam, a maior parte de suas vidas, dentro de pequenas jaulas.



OS URSOS



L Têm o nariz quebrado durante o treinamento.



L Sua patas são queimadas, para forçá-los a ficar sobre duas patas.



L São obrigados a pisar em chapas de metal incandescente ao som de uma determinada música. No picadeiro,então, os ursos ouvem a mesma música usada durante "o treinamento" e começam a se movimentar, dando a impressão de estar dançando.



L Muitos têm as garras e presas arrancadas. Já foi constatado um urso com 1/3 de sua língua cortada.



L Ursos cativos apresentam comportamento atípico, como andar de um lado para o outro.



L Alguns ursos se auto mutilam, batendo com a cabeça nas grades da jaula e mordendo as próprias patas.



OS MACACOS



L Apresentam o mesmo comportamento de crianças que sofrem abusos.



L Até 98% do DNA dos chimpanzés é igual ao do humano.



L Apanham para obedecer e obedecem apenas por medo.



L Roer unhas e auto mutilação são comportamentos freqüentemente encontrados em macacos cativos.



L Os dentes são retirados para que os animais possam ser fotografados junto às crianças.



OS CAVALOS



L São açoitados e confinados sem direito a caminhadas.



L Apanham para aprender.



TODOS OS ANIMAIS EM CIRCO



L Estão sujeitos aos clássicos instrumentos de "treinamento": choques elétricos, chicotadas, privação de água e comida.



L Ficam confinados sem as mínimas condições de higiene, sujeito à diversas doenças.



L Não têm férias nem assistência veterinária adequada.



L São obrigados a suportar mudanças climáticas bruscas, viajar milhares de kilômetros sem descanso etc..



OS ANIMAIS EM CIRCO "TRABALHAM" POR MEDO



ANIMAIS DESCARTADOS



Muitas vezes, os animais de circos que ficam velhos e doentes ou ainda os filhotes vistos como excedentes, são vendidos para zoológicos e laboratórios, mas há relatos de abandono destes animais em praças públicas, parques, galpões e até mesmo em centros urbanos.

L Em 21 de abril de 2000, foi publicado no Jornal O Globo o abandono, por parte do Circo Vostok, de sete leões em condições precárias, em um galpão na Lagoinha, em Nova Iguaçu.



L Em Abril de 2000, foi publicado no Jornal O Diário Popular, o abandono, por parte do Circo Bartholo, de quatro leões dentro de uma jaula, em um terreno baldio da prefeitura, no bairro de Guaxinduva, zona rural de Atibaia/SP.



L Em 7 de janeiro de 2003, três leões foram abandonados pelo proprietário do Circo da Romênia, Mário Stankovich, dentro de duas jaulas, em uma praça de lazer, no bairro Parque Amizade, em Sumaré/SP. Em 25 de Janeiro de 2003, um dos leões morreu, pois estava muito debilitado, vítima da crueldade sofrida dentro do circo.



ANIMAIS DESCARTADOS



L Em 6 de Maio de 2003 foi publicado no Jornal Zero Hora, o abandono de duas leoas dentro de uma jaula, em uma propriedade de Eldorado do Sul. As leoas eram do Circo de México.



L Alguns circos contratam crianças e jovens de baixa renda para capturarem cães e gatos das ruas, para darem como alimento aos leões.



L Outros circos anunciam em jornais a compra de cães e gatos velhos para a mesma finalidade. "Em 07 de julho de 2001, no JORNAL PRIMEIRA MÃO havia um anúncio do Cico Di Nápoli, no qual se dizia o seguinte: COMPRO GATOS E CACHORROS VELHOS. Pagamos bem. Rua Miguel Mota, 125 (Celso Borracheiro - Circo Di Nápoli)."


***

Só falta uma coisa pra tuuudo se resolver, consciência e compaixão pelos animais!

Tribunal de Justiça do Estado (TJ) condenaram um dos autores do assassinato da cadela Preta- Pelotas RS


Aeeee!
até que enfim uma notícia boa e de justiça para os bichinhos!!!
Lembram daquela cachorrinha que foi arrastada pelas ruas amarrada em um carro por jovens sem "cérebro"?

é disso que estou falando...

***


MASSACRE DE ANIMAL
Punição para uma crueldade

A história de um massacre ganhou uma rara e exemplar punição na Justiça gaúcha. Em votação unânime, três
desembargadores da 21ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado (TJ)
condenaram um dos autores do assassinato da cadela Preta – amarrada a um carro e
arrastada até a morte em Pelotas, há cinco anos – a indenizar a comunidade por
danos morais coletivos.


O acórdão estabelece que Alberto Conceição da Cunha Neto terá de pagar R$ 6 mil, revertidos como doação para o canil municipal
pelotense.

A decisão é rara por dois motivos. O primeiro é que o trio de desembargadores votou da mesma forma, num consenso que não
costuma ser usual. Com isso, não cabe recurso à sentença no TJ e, se quiser
recorrer, o advogado de defesa do condenado deverá apelar ao Superior Tribunal
de Justiça (STJ), em Brasília.

A segunda excepcionalidade é que o “dano moral coletivo” reconhecido na condenação é uma
novidade poucas vezes vista na história do Judiciário brasileiro. O STJ costuma
negar a existência de “dano moral coletivo”.

Os desembargadores gaúchos foram na contramão dessa tendência. Cunha Neto tinha sido absolvido em primeira
instância, em Pelotas, pela juíza Gabriela Irigon Pereira. Na sentença, ela
considerou que o jovem já havia sido punido criminalmente, em outro processo (em
2007, foi sentenciado a um ano de detenção pelo crime, em regime aberto). Além
disso, o rapaz – estudante da Universidade Católica de Pelotas – foi suspenso
das aulas na faculdade, se mudou de município e teve uma parente dele agredida
dentro do fórum daquela cidade, por pessoas indignadas com a morte do
animal.

Os desembargadores levaram ontem 20 minutos para decidir. Numa sessão assistida apenas por três estudantes de Direito, o desembargador Armínio
da Rosa lembrou que a cadela foi “desintegrada” ao ser arrastada por cinco
quadras, “com pessoas assistindo”.

O desembargador José Francisco Moesch afirmou que a cadela Preta era estimada em Pelotas e sua morte, “por pura
diversão”, gerou incredulidade e repulsa. A posição final veio do desembargador
Genaro Baroni Borges, para quem a reparação financeira ajuda a “apagar a afronta
a valores muito caros da comunidade pelotense”.

O defensor de Cunha Neto, Henrique Boabaid, não compareceu à sessão e não foi localizado por Zero Hora. Os
outros dois jovens que participaram do massacre não foram processados porque se
dispuseram a doar R$ 5 mil, cada, ao canil municipal de
Pelotas.

humberto.trezzi@zerohora.com.br /strong>mailto:humberto.trezzi@zerohora.com.br>

HUMBERTO TREZZI
A morte de Preta
- Estimada e adotada informalmente por frequentadores de um bar no centro de
Pelotas, a cadela vira-latas Preta foi amarrada a um Ka e arrastada por cinco
quarteirões, até a morte.
- O crime aconteceu em 9 de março de 2005. Os autores do massacre foram três jovens universitários. Eles disseram que o animal
não parava de latir, admitiram que ataram o animal a um poste, mas negaram tê-lo
arrastado de carro.
- O veículo pertencia a Alberto Cunha Neto, que foi condenado ontem por danos morais.
Zero Hora, 12 de agosto de 2010





A pena, como todas as penas de punição no Brasil, foi branda. Mas quem sabe sirva de exemplo a tantos outros casos de crimes tão cruéis quanto este caso.

"Preta querida, sei que não entendes estes casos de punição, já que você era como todos os seus semelhantes, apenaa amor e gratidão, mas podes estar certa, onde estiveres agora, que nós nos
sentimos mais aliviados pela condenação contra aqueles e pelo que te
fizeram".

Luiz F Santana

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Ajuda e exemplo...






> Rogério é um morador de rua que vive numa carroça coberta com 10 cães, entre
> eles, espancados pelos antigos donos, jogados pela janela do caminhão,
> doentes abandonados amarrados em poste.
>
> O Rogério é conhecido antigo da maioria das pessoas envolvidas com
> proteção animal
>
> que conhecem seu caráter e amor pelos animais.
> Os cães são muito bem tratados, mas dependem do amor e tratamento que
> o Rogério tem
>
> pelos cães.
>
> Ele fica próximo ao pontos de ônibus na avenida George Corbisier,
> após a rua Jequitibás
> (região do Jabaquara), os cães não atrapalham ninguém, são super educados
> (todos castrado(a)s) e passam boa parte do dia dentro da carroça.
>
> Ele é muito querido pelos comerciantes da região, o problema é durante a
> madrugada, bêbados no volante, e garotos usuários de droga, tem
> sido uma constante ameaça.
>
> Ele já foi espancado por jovens drogados e chegaram a jogar álcool
> enquanto ele dormia
>
> com os cães dentro da carroça.
>
> Por sorte não tiveram tempo de acender o fósforo, um dos cães alarmou.
> O Rogério é um exemplo de como uma pessoa pode se doar, alguém que na
> condição dele
> poderia ter escolhido outros caminhos, mas não, além de ser uma pessoa de
> muito valor, faz caridade pra deixar muita gente no chinelo. Ele grandifica
> os lugares por onde passa, porém ele já está cansado e não é mais tão jovem
> assim.
> São muitas as agressões que ele e os cachorros vêm sofrendo, que vão desde
> assalto, espancamento, esfaqueamento, atropelamento, enfim, é muito
> sofrimento pra alguém que luta tanto, todos conhecem ele, tanto que na
> última vez que uma turma veio bater nele porque queriam roubar suas coisas,
> o dono do bar em frente saiu e começou a dar tiros, então todos fugiram, o
> Uma cachorrinha foi esfaqueada e morreu e o Rogério passou dois dias
> no hospital.
>
> Diante de tudo isso , a Abeac decidiu abrir espaço em seu canil para
> esse ser humano
>
> que além de necessitar de um local seguro para ele e seus animais,
> precisa também resgatar sua dignidade .
>
> Temos dois caseiros que moram no canil, mas um deles está de mudança
> nos próximos 20 dias e vai desocupar a casa.
>
> Assim que ele sair vamos transferir o Rogério e seus cães para o nosso canil.
>
> O Rogério vai trabalhar , ajudando na limpeza, no cuidado dos cães, na
> horta, manutenção do sítio, enfim, serviço não falta e é tudo que ele
> quer:
>
> um local onde se sinta protegido e possa fazer o que mais gosta:
> cuidar de animais.

> A Priscila Tiyomi - priscilatiyomi@uol.com.br mora próximo ao local
> onde o Rogério fica , conhece ele há mais de 01 ano e sempre procurou
> ajudar ele e seus animais com ração, alimentos e remédios.
> A casa o Rogério já tem, mas precisamos mobiliar .
>
> A Priscila já conseguiu 01 TV, 01 cama e mesa com 4 cadeiras.
>
> Precisamos de roupas e sapatos ( O Rogério calça 39 e tem 1,65 de
> altura ), roupa de cama, mesa , banho, fogão, geladeira, armário,
> copos, pratos, talheres, panelas...
>
> Enfim, quem tiver qualquer coisa que não esteja usando e possa servir
> para o Rogério, por favor entre em contato comigo ou direto com a
> Priscila no e-mail
>
> priscilatiyomi@uol.com.br , ela tem um local onde pode guardar as
> doações até o dia da mudança.

Taxistas do ponto de Viracopos adotam vira-lata



A cachorra Belinha, adotada pelos trabalhadores do aeroporto, é guardiã dos táxis e dos funcionários

03/08/2010 - 23h02 . Atualizada em 03/08/2010 - 23h15
Alenita Ramirez

Agência Anhanguera de Notícias


O taxista Américo Pereira Rito com Belinha: “Igual não existe”
(Foto: Estevam Scuoteguazza/AAN)

A vira-lata Belinha é a mascote dos taxistas do Aeroporto de Viracopos, em Campinas. A cachorra, adotada pelos trabalhadores, é guardiã dos táxis e dos funcionários quando estão na sede da empresa, a cerca de 2,5 quilômetros do aeroporto, e faz questão de pegar carona nos veículos para dar uma volta no ponto de táxi, perto da entrada para o saguão.

De pelagem branca e manchas pretas na cabeça e pescoço, a cadelinha, de cerca de 3 anos, apareceu na sede dos taxistas há um ano. “Ela estava magra, desnutrida e prenha. Morri de dó. Comecei a brincar com ela e vi que não era brava. Dei comida e ela ficou nas proximidades da sede, com certo receio”, contou José Carlos Santos, de 55 anos, o primeiro a ver a cadela.

Com o tempo, Belinha se aproximou dos demais taxistas e funcionários da companhia de táxi. A mascote ganhou comida, casinha, cama e banho. Apesar da mordomia, quando foi dar cria, preferiu não incomodar e se afastou por pelo menos 20 dias. “Ela sumiu e ficamos preocupados. Um dia, ela apareceu e ficamos vigiando, até que ela saiu e a seguimos. Descobrimos que ela havia dado cria a quatro filhotes num buraco que ela cavou num terreno baldio em frente à sede, mas num local distante, para ninguém ver”, contou Marco Antonio Fogari, de 46 anos. Os filhotes foram adotados pelos taxistas e Belinha, castrada para evitar novas crias.

***

Até que enfim uma notícia boa !!

:)

LEISHMANIOSE: CACHORRO GANHA NA JUSTIÇA E NÃO É SACRIFICADO




Um cãozinho ganhou na justiça o direito de tratar da leishmaniose!!!
ou seja, não tem que sacrificar não!! pode ter cura!!

Leiam, a seguir, a jornada do cãozinho Baby de Cafelândia (interior de SP) e sua vitória na justiça para tratar de leishmaniose.

Leishmaniose é uma doença séria e quem ama seu animalzinho deve cuidar bem, se informando com o seu médico veterinário sobre o uso de repelentes que o protejam do mosquito, pois cuidando dele estará também protegendo a sua família.

Existem repelentes para todos os “bolsos”, pois muitos de nós temos mais de um cachorro.

O importante é prevenir sempre! Lembre-se de perguntar ao médico veterinário de seu cãozinho. Não se esqueça, quem ama cuida!!!

Essa história serve para encorajar os demais, bem como aqueles que se encontram aflitos e temem que o pior aconteça.

Solidarizo-me com todos aqueles que passam por isso, além de me colocar à disposição para o que necessitarem, através do endereço eletrônico nilmaragimenes@yahoo.com.br, ou através dos fones (69) 3421-6600 e 9956-2598.

Um abraço fraterno a todos e, continuemos lutando incansavelmente na defesa dos animais.


Segue a história:

No interior paulista, mais precisamente na cidade de Cafelândia, uma determinada família passou, nos últimos dias, por momentos cruciais, que, aqui faço um breve relato. Baby é animal de estimação da família desde o nascimento (março/2000), portanto inegável o vínculo de carinho e afeto entre o animal e a família.


Em maio do corrente ano, apresentando alguns problemas de saúde, acabou encaminhado para o município de Bauru, um centro médico-veterinário altamente avançado, com profissionais gabaritados, onde foi constatado que Baby era soropositivo para a LVC (Leishmaniose Visceral Canina).


A tutora Nádia, bem como seu pai José, “abraçaram a causa” e decidiram tratar e cuidar do animalzinho, não medindo esforços, mudando toda sua rotina e instituindo outras prioridades (o tratamento de Baby). A rotina da família modificou-se, posto que Nádia e o pai, deslocavam-se 3 vezes por semana para Bauru, durante 3 meses, para que Baby se submetesse ao tratamento de soroterapia. A junta médica-veterinária alertou à família que, dada a agressividade do tratamento, o cãozinho poderia vir a sucumbir…


Entretanto, para a surpresa de todos, Baby resistiu bravamente ao tratamento. Sendo motivo de orgulho e sucesso para todos que acreditaram.

Foi um fato inédito na Clínica da Dinda. Todos comemoraram. Em data de 31.10.2008 Nádia foi procurada por um Servidor da Vigilância Sanitária do município de Cafelândia, e foi informada que o cão Baby seria recolhido na segunda próxima 03.11, através de busca e apreensão para sacrifício (eutanásia). Nádia, em prantos, contatou a irmã e implorou por providências (medidas judiciais).


Esta se empenhou durante o final de semana e, com a ajuda de 2 outros colegas advogados, ajuizou ação pertinente cumulada com pedido de tutela antecipada perante a Vara Única da Comarca de Cafelândia. Trouxe dispositivos legais e farta jurisprudência a respeito. A inicial foi despachada diretamente com o Magistrado, dada a urgência e peculiaridade do caso. O Magistrado a recebeu e a encaminhou ao Ministério Público, onde este emitiu parecer favorável pelo não sacrifício do Cão Baby. E, o ilustre magistrado, assim como a Douta Promotora, ambos dotados de muita sensibilidade, acolheu a cota ministerial e deferiu a tutela antecipada para que a Prefeitura Municipal fosse citada e se abstivesse da prática da medida extrema de sacrificar o animal, tendo em vista o tratamento de sucesso a que Baby se submetera. A decisão judicial foi única na comarca.


Nunca houve qualquer caso parecido. Todos os servidores do Tribunal torciam pela vida de Baby, assim como a família, o corpo jurídico e a junta médico-veterinária. E, hoje, graças ao profissionalismo dos gabaritados médicos veterinários da Clínica Dinda, dos advogados atuantes (Nilmara, Edilene Sastre e Luiz Poli) e outros mais que acreditaram na vida e no tratamento de alto nível, Baby continua vivendo, tendo seu direito de sobreviver garantido judicialmente.


A família entrou em festa. A Clínica Veterinária igualmente. Os advogados subscritores comemoraram a vitória. E viva a Vida! E viva o Baby! A advogada Nilmara relata que foi a batalha judicial mais importante e gratificante desde seu ingresso na vida jurídica.


Então, Senhores Protetores dos Animais!!! Não desanimem! Convido a todos para lutarem incansavelmente na defesa dos animais e, que façamos com que cessem as práticas de matança indiscriminada deles.

Vamos lutar pela Vida. Viva à Vida! E viva ao Baby!


Nosso lindo cãozinho que permanece entre nós e continua, sempre, incondicionalmente a nos dar alegria!

Quer saber mais sobre o assunto: http://matarnaoresolve.blogspot.com

Projeto da Autoban para os animais

Projeto CãoChorro e outros bichosCom o intuito de contribuir para minimizar os impactos causados pela falta de controle de animais abandonados, realidade atual em todo o mundo, e contribuir com a saúde pública, a CCR AutoBAn apóia o Projeto Integração para Posse Responsável CÃOCHORRO e outros bichos, nas regiões de Americana, Campinas, Osasco e Jundiaí.

O CÃOCHORRO tem como objetivo principal a identificação e registro da população animal e seus proprietários, possibilitando o controle de zoonoses e a rastreabilidade dos animais.

Com ele, todo cão ou gato capturado com vida na faixa de domínio da CCR AutoBAn é encaminhado aos parceiros onde recebe os primeiros socorros, é identificado, registrado (microchip), castrado e direcionado para adoção.

A CCR AutoBAn oferece capacitação aos seus colaboradores para captura e transporte dos animais com equipamentos adequados e preocupação com o bem estar animal. Além disso, é parceira de Centros de Zoonoses e ONGs para a realização de feiras de doação de animais em eventos realizados na região do Sistema Anhanguera-Bandeirantes.


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Muitooo legal !!!